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Wally Cook (Janet Leigh) é uma repórter do "Crônica da Manhã?, de Nova York, que vai até Fim do Mundo, um pequeno lugarejo no Novo México, para levar Homer Flagg (Jerry Lewis), um jovem que trabalha na estação ferroviária, para Nova York com as despesas pagas, pois se acredita que Homer esteja morrendo vítima de radiação. Mas quando ela chega lá Steve Harris (Dean Martin), o médico de Homer, já constatou o erro e descobriu que ele nada tem. Entretanto, Homer quer conhecer Nova York e Steve se sente atraído por Wally. Assim, nada diz e afirma que tem de acompanhar Homer nos seus últimos dias de vida. Porém, em Nova York esta farsa fica cada vez mais difícil de ser sustentada.
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Jerry Lewis e Dean Martin novamente tem boa química e humor em mais essa boa e divertida comédia da dupla.
Muito bom, essa dupla funcionava muito bem juntos, achei q essa versão seria inferior ao (Nada é sagrado de 37) a qual esse é um remake mas conseguiram muito bem adaptar e transformar a comédia romântica em comédia musical de excelente qualidade.
Uma pena ser tão difícil de encontrar porque é um filme excelente. Após uma série de produções mal desenvolvidas, unicamente para cumprir um cronograma de lançamentos (e mesmo sendo obras com um orçamento cada vez maior), finalmente voltam a lançar uma história coesa, percebendo que não há a menor necessidade de criar diversas subtramas para contar uma boa comédia. Com isso, segue a trama básica dos vigaristas que tentam convencer alguém de determinada situação, ao estilo Um Morto muito louco, e o filme acaba sendo hilário justamente por entrarmos nessa proposta e até querermos ajudar os personagens na farsa. Em diversos momentos você quer gritar com Jerry Lewis para ele ser um doente mais convincente, já que o seu "golpe", ao final, é apenas uma tentativa de fazer algo diferente da vida. Tem a primeira vez que Jerry se caracteriza para interpretar personagens diferentes (a sequência com os especialistas), bem como sua imitação do cientista maluco, coisas que utilizaria em O Professor Aloprado.
Interessante que os números musicais (não todos), estão bem melhores, seja na primeira sequência, com um Dean Martin cantando uma canção ao estilo de Bob Dylan (e isso quase 10 anos antes do primeiro album de Bob Dylan), ou o número final, que recria, ainda que em miniatura, locais de Nova York com uma canção em homenagem à cidade (e, novamente, quase 25 anos antes do lançamento de New York New York no filme do Scorsese).
O título brasileiro tem muito de chanchadesco e faz bastante sentido no filme, depois da ótima primeira metade. Da cena esdrúxula com os médicos estrangeiros - mesmo para os padrões de nonsense do filme - não consegui mais reagir de maneira indulgente ao sobejo de mentiras necessário à manutenção risória da trama, que deixou de ser divertida. Felizmente, o diretor e os protagonistas perceberam isso muito bem: a imagem final é brilhante! Minha mãe curtiu muito a presença do Dean Martin, eu incomodei-me (romantizar o seu mau personagem foi demais para mim - risos), mas concordo com qualquer elogio à incrível sanha histriônica de Jerry Lewis. Que vai além dos roteiros assemelhados, mas fica carente de boas direções. Esta aqui é irregular: começa muito bem, depois afrouxa. Estraga o clima hilário do filme, infelizmente. Janet Leigh está linda! (WPC>)
Bem divertido, antigo mais sensacional