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Duração
Duas irmãs pegam a estrada de kombi, recolhem ator que deseja conhecer o Rio de Janeiro, organizam show mambembe no qual se transformam em gorila e ameaçam a platéia – o oceano, símbolo do infinito, motiva-as a se lançarem na busca, a desbravarem o caminho, mesmo que ele seja inalcançável. O filme de Felipe Bragança e Marina Meliande pulsa sobre o tênue limite entre a aventura e a melancolia, em virtude da impossibilidade de se concluir a jornada.
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Vagando sem rumo por esse mundinho suspenso.
"deus, meu deus do céu onde é que eu fui parar
eu não sei mais se esse planeta aqui é meu
a minha espaçonave explodiu
bum!
e eu comi amor demais".
Não sei o que vi aqui, diálogos estranhos,quando dava pra ouvir, tá, ate poéticos as vezes,mas vagos e quase inexistentes, cenas jogadas, focos tortos, escuro e péssimo áudio, um martírio pra entender as palavras..lendo a sinopse e o começo da obra até imaginei um filme road movie tupiniquim, mas no final permaneceu o ranço da forma pedante da coisa toda, aquela coisa arrogante do jovem intelectual brasileiro tropicalista e universitário..
Em fim que filme arrastado e tão mal produzido, não sei se de forma intencional..e as musiquinhas, por TUTATIS!!!! as musiquinhas...definitivamente foi como se me colocassem em um auditório cheio de caras usando óculos, barbicha ,cabelos desgrenhados,vestindo bermudas caquis ou calcas surradas, e mulheres com saias indianas, camisetas com dizeres esquerdista dentro de um sarau de feminazis após um especial de 10 filmes do Lars von trier seguidos comendo soja com detox de abacaxi e couve.....Brrrr...as musiquinhas....esse bioma alternativinho definitivamente nao combina comigo..
Mais um filme TOSCO do POBRE Cinema Nacional
acabei a trilogia do coração de fogo.. (sim, sei que esse não é o último) e eu tinha gostado taaanto do conceito... e não foi, simplesmente não foi, não bateu, não entregou. É que nem se apaixonar por alguém pelo que acha que a pessoa é, aparenta ser, pela ideia e depois bater com a cara na parede.Uma pena.