Época em que Jason Priestley vivia a sua pequena ascensão e aproveitando-se de sua relativa popularidade fez, A GAROTA DO CALENDÁRIO, que é até uma comédia simpática e divertida com trilha sonora boa e personagens encenando ícones do cinema Hollywoodiano, como a diva Marylin Monroe a qual os rrs jovens lutam para ter acesso a ela. Não é uma comédia marcante, é tanto que caiu no esquecimento dos cinéfilos ávidos por comédias, porém, é um programinha legal para uma sessão da tarde.
Primeiro protagonismo de Jason Priestley depois de "Barrados no Baile''.Algo totalmente ruim,traz toda aquela atmosfera da comédia dos anos 90,mas falta muita coisa pra ser um bom entretenimento.
Com uma roupagem de comédia romântica sobre rodas, "Calender Girl" é, na verdade, um conto monótono sobre a moralidade masculina e a terrível capacidade que os homens têm de fetichizar seus objetos de desejo, o que acaba soando um tanto hipócrita quando se olha o contexto geral do filme que tenta esboçar o real significado da amizade.
A estranha narração apresenta os três "protagonistas" do filme (que não protagonizam nada), que estão destinados a adorar Marilyn Monroe para sempre. Eles se conheceram aos 6 anos e, aos 12, puderam experimentar seus impulsos sexuais quando se depararam com o famoso calendário que trazia a atriz platinada nua.
Desde então, os 3 amigos cresceram absolutamente fascinados pela artista (mais no sentido do fetiche e da sexualização do que, necessariamente, da admiração por seu talento como atriz) e, na primeira oportunidade de conhecê-la de perto, eles irão aproveitá-la para não deixar de ver e conhecer Marilyn para além da tela grande do cinema.
Lamentavelmente, uma vez que o trio chega em Hollywood e começa uma vigília do lado de fora da casa de Monroe, o filme fica estático. O principal problema é o roteiro esquemático e sem graça de Paul W. Shapiro, que consiste nas intermináveis maquinações dos meninos para encontrar Monroe. Um desses esforços é colocar uma vaca no quintal da estrela por causa de seu suposto amor pelos animais (tipo ???????).
Enquanto Monroe é sempre vista de longe e apenas sua voz é ouvida pelo espectador, sua mística carismática consegue ser mantida. No entanto, o longa comete o equívoco de deixar um dos rapazes realizar o seu sonho: enfim, ele se “encontra” com Monroe e o que era para ser o grande clímax da obra, revela-se uma sequência particularmente fraca e tediosa.
Priestley parece bonito, mas de uma maneira insípida. Não é exatamente interessante assisti-lo em cena. Seus colegas Olds e O'Connell se registram melhor nas sequências, mas todos são prejudicados por uma escrita nada inspirada e uma direção terrivelmente enfadonha.
Enredo insosso, mas com elenco de atores famosos em começo de carreira muito gatos, num filme que é leve e diverte um pouco.
Época em que Jason Priestley vivia a sua pequena ascensão e aproveitando-se de sua relativa popularidade fez, A GAROTA DO CALENDÁRIO, que é até uma comédia simpática e divertida com trilha sonora boa e personagens encenando ícones do cinema Hollywoodiano, como a diva Marylin Monroe a qual os rrs jovens lutam para ter acesso a ela. Não é uma comédia marcante, é tanto que caiu no esquecimento dos cinéfilos ávidos por comédias, porém, é um programinha legal para uma sessão da tarde.
Bacana , um road movie bem legal.
Primeiro protagonismo de Jason Priestley depois de "Barrados no Baile''.Algo totalmente ruim,traz toda aquela atmosfera da comédia dos anos 90,mas falta muita coisa pra ser um bom entretenimento.
>Assistido em 12 de Janeiro de 2024
Calendar Girl (1993)
Com uma roupagem de comédia romântica sobre rodas, "Calender Girl" é, na verdade, um conto monótono sobre a moralidade masculina e a terrível capacidade que os homens têm de fetichizar seus objetos de desejo, o que acaba soando um tanto hipócrita quando se olha o contexto geral do filme que tenta esboçar o real significado da amizade.
A estranha narração apresenta os três "protagonistas" do filme (que não protagonizam nada), que estão destinados a adorar Marilyn Monroe para sempre. Eles se conheceram aos 6 anos e, aos 12, puderam experimentar seus impulsos sexuais quando se depararam com o famoso calendário que trazia a atriz platinada nua.
Desde então, os 3 amigos cresceram absolutamente fascinados pela artista (mais no sentido do fetiche e da sexualização do que, necessariamente, da admiração por seu talento como atriz) e, na primeira oportunidade de conhecê-la de perto, eles irão aproveitá-la para não deixar de ver e conhecer Marilyn para além da tela grande do cinema.
Lamentavelmente, uma vez que o trio chega em Hollywood e começa uma vigília do lado de fora da casa de Monroe, o filme fica estático. O principal problema é o roteiro esquemático e sem graça de Paul W. Shapiro, que consiste nas intermináveis maquinações dos meninos para encontrar Monroe. Um desses esforços é colocar uma vaca no quintal da estrela por causa de seu suposto amor pelos animais (tipo ???????).
Enquanto Monroe é sempre vista de longe e apenas sua voz é ouvida pelo espectador, sua mística carismática consegue ser mantida. No entanto, o longa comete o equívoco de deixar um dos rapazes realizar o seu sonho: enfim, ele se “encontra” com Monroe e o que era para ser o grande clímax da obra, revela-se uma sequência particularmente fraca e tediosa.
Priestley parece bonito, mas de uma maneira insípida. Não é exatamente interessante assisti-lo em cena. Seus colegas Olds e O'Connell se registram melhor nas sequências, mas todos são prejudicados por uma escrita nada inspirada e uma direção terrivelmente enfadonha.