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Duração
Londres, início da Inglaterra Vitoriana. Rosina da Silva (Minnie Driver) é abalada pelo assassinato de seu pai, um rico comerciante judeu. Agora ela precisa ajudar a família e, para não casar com um peixeiro de boa condição financeira, Litnoff (Raymond Brody), responde um anúncio de jornal e consegue um emprego com uma família escocesa gentia. Adotando o nome de Mary Blackchurch e se passando por gentia, vai trabalhar para os Cavendish, que vivem na remota ilha Skye. Lá ela cuida de Clementina (Florence Hoath). O chefe da família, Charles Cavendish (Tom Wilkinson), faz pesquisas e é muito recluso, mas aos poucos ela se envolve profissionalmente e pessoalmente com Charles.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Passei um bom tempo procurando por esse filme e, quando finalmente o encontrei, a decepção veio. A proposta até tem algumas camadas interessantes, especialmente ao tratar de temas como juventude, preconceitos e relacionamentos, mas tudo é explorado de maneira superficial. Algumas cenas parecem colocadas sem muito cuidado, em um ritmo arrastado, o que torna a experiência cansativa e dificulta manter o interesse até o final.
Desisti... chatinho.
Primeiro longa-metragem da diretora Sandra Goldbacher. Sempre achei a Minnie Driver muito sem graça (apesar de estar em alguns filmes que gosto bastante), até recentemente descobrir que ela é também cantora e compositora, fiquei embasbacado com sua desenvoltura pouco divulgada, canções e performances lindas, mudou completamente a minha perspectiva quanto ao seu talento, mesmo a guria ainda não me surpreendendo como atriz. Tom Wilkinson no elenco salva demais, inclusive. Talvez agrade mais ao público que curte filmes de época, dependendo do roteiro fico facilmente entediado.
Drama com bom assunto,mas que não ganha força no decorrer.Minnie Driver se esforça no protagonismo e consegue ser a melhor coisa do filme.
Bom filme. Há um apelo interno em Rosina, apelo à arte. Apelo que sofre a resistência da religião familiar, de paradigmas sociais. E essa resistência é bem trabalhada no filme, como uma questão a permear toda obra: Rosina, quem é você? A grande surpresa de Rosina é que entre a arte e a religião havia escondido um sentimento muito maior que poderia desconstruir sua ânsia existencial: a paixão.