Arqueólogo americano, trabalhando na Suécia, se apaixona pela mulher do médico local e os dois mantém um caso de amor. Ela fica sem saber se prefere a liberdade ou a segurança do casamento.
O que para mim é um dos maiores feitos do filme é como a paixão toma conta de Karin de uma forma irremediável, fazendo com que se desgaste e bole planos humilhantes para encontrar o amado, mesmo que por alguns minutos, de uma forma escondida, escura, isolada, assim como é o apartamento de David (e assim como ele é também).
Esse filme se mostrou como uma representação tão forte e crível de um verdadeiro relacionamento que não poderia não achá-lo maravilhoso. E no meio de todo esse caos há o amor, o amor que poucos diretores ousam contar dessa forma: o amor feio, o amor que prejudica uma família, que te deixa insano, que te suga para o mais recôndito lugar, mas amor ainda assim.
Premissa bastante interessante no início,mas após o segundo ato em diante tudo se perde,se torna um filme muito comum e por vezes insuportável.Um dos grandes tropeços de Bergman.
>Maratona Ingmar Bergman - Assistido em 09 de Janeiro de 2024
Eita filminho ruim do Bergman, hein? Não acho que consegue ser pior do que o "Isto Não Aconteceria Aqui", mas para mim ficou na segunda posição do pior filme que vi do diretor. A cena inicial no quarto de hospital é linda, também há lances de câmera e coisas que funcionam. Cenas em que Bibi Andersson está sozinha (ela escolhendo a roupa para sair, por exemplo) ou algumas ponderações do personagem de Von Sydow. De resto, o filme é sofrível, uma relação que não faz o menor sentido, nunca vi alguém se apaixonar depois daquele sexo ruim. O personagem do Elliott Gould é um escroto babaca e não há em todo filme uma cena em que eles realmente pareçam apaixonados, não há um diálogo marcante, não é uma relação. O final abrupto dá um tom de filme inacabado. Só vale pela direção do Bergman mesmo, há tomadas lindíssimas. Tive que assistir em duas partes de tão ruim que estava fluindo. Um filme ruinzinho, como diz a música "Sexo Ruim" da banda Tropical Nada: "Uau, pouca coisa boa"
De todos os filmes de Bergman que vi, esse com toda certeza é o pior! Meu Deus, nem parece que é ele que tá na direção desse filme. Chato, sem alma, uma história que não prende começa e termina sem ir a lugar nenhum. Parece que durou uma eternidade!!!!!!
O que para mim é um dos maiores feitos do filme é como a paixão toma conta de Karin de uma forma irremediável, fazendo com que se desgaste e bole planos humilhantes para encontrar o amado, mesmo que por alguns minutos, de uma forma escondida, escura, isolada, assim como é o apartamento de David (e assim como ele é também).
Esse filme se mostrou como uma representação tão forte e crível de um verdadeiro relacionamento que não poderia não achá-lo maravilhoso. E no meio de todo esse caos há o amor, o amor que poucos diretores ousam contar dessa forma: o amor feio, o amor que prejudica uma família, que te deixa insano, que te suga para o mais recôndito lugar, mas amor ainda assim.
Assisti em 14/05/1979, no canal 12 (hoje RBS ou Globo), em Última Sessão. Monótono.
Premissa bastante interessante no início,mas após o segundo ato em diante tudo se perde,se torna um filme muito comum e por vezes insuportável.Um dos grandes tropeços de Bergman.
>Maratona Ingmar Bergman - Assistido em 09 de Janeiro de 2024
Eita filminho ruim do Bergman, hein? Não acho que consegue ser pior do que o "Isto Não Aconteceria Aqui", mas para mim ficou na segunda posição do pior filme que vi do diretor. A cena inicial no quarto de hospital é linda, também há lances de câmera e coisas que funcionam. Cenas em que Bibi Andersson está sozinha (ela escolhendo a roupa para sair, por exemplo) ou algumas ponderações do personagem de Von Sydow. De resto, o filme é sofrível, uma relação que não faz o menor sentido, nunca vi alguém se apaixonar depois daquele sexo ruim. O personagem do Elliott Gould é um escroto babaca e não há em todo filme uma cena em que eles realmente pareçam apaixonados, não há um diálogo marcante, não é uma relação. O final abrupto dá um tom de filme inacabado. Só vale pela direção do Bergman mesmo, há tomadas lindíssimas. Tive que assistir em duas partes de tão ruim que estava fluindo. Um filme ruinzinho, como diz a música "Sexo Ruim" da banda Tropical Nada: "Uau, pouca coisa boa"
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De todos os filmes de Bergman que vi, esse com toda certeza é o pior! Meu Deus, nem parece que é ele que tá na direção desse filme. Chato, sem alma, uma história que não prende começa e termina sem ir a lugar nenhum. Parece que durou uma eternidade!!!!!!