Isolada do mundo real e da vida exterior, Marguerite (Sondra Locke), de dezessete anos, passou toda a sua vida enclausurada pela sua mãe e avó, mulheres obcecadas pelo passado e atormentadas pela corrupção que espreita às suas portas e pela humilhação sofrida quando o pai as abandonou. A jovem sofrerá uma confusa e assustadora transformação quando o seu pai, Michael (Robert Shaw), que faz anos que não o vê, regressa com uma nova mulher, Anne (Sally Kellerman).
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Visto hoje(13/07/2025) esse suspense psicológico.
O filme tem um visual bastante agradável, mas a ação é em grande parte monótona e se move em um ritmo glacial, e com o tom monótono, tudo isso torna a experiência um tanto entediante. O problema aqui é que os produtores estavam tão determinados a tornar o filme atmosférico e cheio de pistas e significados ocultos que não há muito espaço para os ossos de um thriller sólido, que poderia facilmente ter sido.
É tudo muito melodramático, com atuações medianas, e com a personagem principal que parece nunca sair daquele olhar de zumbi enquanto profere versos poéticos com aquela voz suave. As pistas de onde tudo isso vai dar estão à vista e, na verdade, o clímax não é de todo ruim, mas isso não compensa a quantidade de acontecimentos nada demais. Bastante monótono.
Pra quem aprecia a arte cinema, é um prato de mão cheia! Toda ambientação e fotografia são lindos, além do enredo mesmo ser muito bem construído. Gostei muito!
Obs.: não desçam muito os comentários porque tem um animal que dá praticamente um spoiler explicando o filme por outros clássicos 🙄
Achei bem mediano! Tá mais pra suspense do que terror
Suspense psicológico com atmosfera sinistra. Narrativa bastante lenta, mas envolvente com ecos de "Psicose".
Sondra Locke tem ótima atuação, tanto que está convincente no papel de uma adolescente de 16 anos, quando já tinha 28 anos.
O final
tem um plot twist bastante inesperado, já que na verdade era bastante óbvio que Marguerite foi a responsável pelos assassinatos da mãe e da avó, no que até então parecia ser um caso de dupla personalidade ou esquizofrenia, mas ao final descobrimos que "ela" era ele, um menino criado como menina por duas mulheres perturbadas, o que levou ao desequilíbrio mental de Marguerite.
É interessante, surpreende no fim, teria sido melhor se a imagem não estivesse tão escura e o áudio bastante ruim! Demorei um pouco para entender o fim, mas relembrando algumas falas as coisas vão se esclarecendo.
17/06/2023