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Data de lançamento
6 Março 2009Duração
Na véspera do seu 18º aniversário e da sucessão do trono de Inglaterra, a jovem Princesa Vitória (Emily Blunt) encontra-se no centro de uma guerra pelo poder real. Mas será o seu romance com Albert (Rupert Friend) que irá determinar a força do seu reinado. Conseguirá ela dedicar a vida ao seu país e o coração ao homem que ama?
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Gosto de filmes de época com contexto histórico. Embora esse não se aprofunde muito na história da política reinante nos palácios, ainda assim vale assistir. Pelo figurino, pelo estilo de vida dos abastados, pelo belo romance dos monarcas, etc. Marcante atuação da bela Emily Blunt.
É um daqueles filmes em que vale a pena conhecer um pouco do contexto histórico antes de assistir, porque isso torna a história muito mais interessante e fácil de entender.
O filme acompanha os primeiros anos do reinado de Vitória, que se tornou rainha em 1837, aos 18 anos, e dá bastante destaque à sua relação com o príncipe Albert. Como era comum nas monarquias europeias do século XIX, o casamento também tinha uma forte dimensão política e dinástica. A união entre os dois já era planejada pelas famílias desde a infância, e Albert recebeu uma educação cuidadosamente direcionada para prepará-lo para esse papel. Seu tio, Leopoldo, rei dos belgas, foi um dos principais articuladores dessa aproximação.
O interessante é que, apesar de o casamento ter sido inicialmente pensado como uma aliança política, a história dos dois acabou tomando um rumo muito mais romântico. Quando se reencontraram, em 1839, Vitória se apaixonou por Albert e eles acabaram se casando apenas cinco dias após a chegada dele.
A relação entre os dois se tornou uma das uniões mais emblemáticas da monarquia britânica. Albert passou a exercer uma influência cada vez maior sobre Vitória, tornando-se seu conselheiro e participando ativamente de questões políticas, científicas, culturais e administrativas. Juntos, tiveram nove filhos e construíram a imagem de uma família real unida e respeitável, contribuindo para transformar a percepção pública da monarquia. Além disso, o casamento teve um impacto cultural que ultrapassou os limites da própria realeza. O famoso vestido branco usado por Vitória na cerimônia ajudou a popularizar o branco como cor tradicional dos vestidos de noiva no Ocidente.
No fim, o filme funciona muito bem como um romance de época, mas fica ainda mais interessante quando a história de amor se entrelaça com disputas de poder e toda a complexidade da monarquia britânica do século XIX.
Pra falar a verdade nao acontece quase nada, nao tem muita história no filme porém eu adoro esse tipo de enredo, o cenário, o figurino, o contexto em si.
Pra falar a verdade nao acontece quase nada, nao tem muita história no filme porém eu adoro esse tipo de enredo, o cenário, o figurino, o contexto em si.
Eu não consigo sentir empatia pelos problemas de pessoas que desfrutam de comodidades que 99% das pessoas não vão ter, comodidades essas do primeiro ao último segundo de vida, então vamos lá, salões exuberantes, palácios que abrigariam centenas de famílias. Vale pela Direção de Arte e figurino e pelo registro histórico.