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A Moreninha é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo, baseada no romance homônimo de Joaquim Manuel de Macedo, com 79 capítulos, tendo sido exibida originalmente de 20 de outubro de 1975 a 6 de fevereiro de 1976, substituindo Senhora e sendo substituída por Vejo a Lua no Céu. Foi a 7ª "novela das seis" exibida pela emissora.
Carolina é a romântica e sonhadora moça que vive na Ilha de Paquetá com sua avó Donana. Entre festas e passeios dominicais, rodeada por amigas, pretendentes, e jovens estudantes da corte, Carolina espera pacientemente reencontrar sua paixão de infância. Mal sabe ela que o rapaz está entre os seus convidados. É o jovem Augusto que se enamora dela desde a primeira vez que a vê, mas é perseguido por Clementina, uma moça que não mede esforços para estar do lado do homem que ama.
Enquanto rolam os namoricos e desencontros, os jovens estudantes se empenham em campanhas anti-escravagistas, em particular, a luta pela liberdade de um fugitivo, Simão, o “negro fujão” rigorosamente perseguido por João Bala, um implacável capitão do mato temido por todos. Liderando a campanha está Leopoldo, que acaba sendo vítima de João Bala, quando sua namorada, Quininha, é raptada em represália à proteção de Simão.
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Eu amo novelas, filmes e livros assim. Achei o figurino, diálogos, ambientação tudo impecável. E no final apesar de eu achar bem previsível eu quase chorei.
Eu torcia tanto por Filipe e Marina 🥺
Engraçado que assistindo a novela e trazendo para nossa realidade percebe se que hoje em dia nós mulheres conquistamos muito. O final de Tobias também me arrancou sorrisos de alegria. Enfim, vale a pena assistir. Terminei em: 19 de maio de 2026
Um clássico gostoso de acompanhar, mas que na reta final perde bastante o fôlego. O autor criou e seguiu apenas duas linhas principais: os desencontros do casal principal e a fuga de Simão do terrível João Bala (que em alguns momentos se assemelha a Tom e Jerry) e por isso, perto da reta final, a trama torna-se um pouco cansativa e maçante, mas há muitos pontos positivos que sustentam o interesse: figurinos impecáveis, boas atuações e uma direção muito competente.
Novela linda, romântica e deliciosa de acompanhar. Adorei cada minuto. Já estive em Paquetá, mas deu vontade de voltar e me perder em meus pensamentos como Carolina fazia em sua pedra, com direito depois a um copo de aluá.
Devaneios à parte, gostei da mescla de A Moreninha com Memórias da Rua do Ouvidor (este último não li ainda) e da temática social envolvendo o fugitivo escravo Simão. Fugiu um pouco do estilo casa-grande e senzala que marcou Escrava Isaura e outras novelas sobre o tema abolição; por ser 1868, foi bom não ter acabado com o fim da escravidão como um "felizes para sempre", pois muito havia a ser feito ainda, e mais de um século depois a escravidão ainda é um fantasma que nos assombra e que deve ser enfrentado. Enfim, o amor de Duda e Simão foi muito bonito de se ver, assim como foi interessante ver finais não tão felizes ou mais realistas (por exemplo Felipe ou André e Luísa). E quando vou ao Rio, a Rua do Ouvidor, hoje uma sombra do que já foi, ainda é uma das mais charmosas e nostálgicas que lá há.
Nívea Maria já estava além da idade da Moreninha, mas conseguiu dar graça e inocência que o papel pedia no tom certo; formou um bonito par com Mário Cardoso (um pouco inexpressivo às vezes, mas muito galante e dono de uma voz linda). Parecia que eu estava vendo um filme brasileiro de época dirigido por Éric Rohmer às vezes, onde cada personagem tinha e vivia a sua ideia de amor. Há defeitos, limitações técnicas e enrolações, mas eu não resisti ao charme dessa novelinha. Deu vontade de reler o romance.
O livro li durante o ensino médio e tive que assistir o filme para uma resenha. O filme não é ruim, mas não tão bom. O filme é apenas adaptação. Preferi esse a 1970, o primeiro filme. Talvez, por conhecer 3 atores do romance.