Joel Keefer é um jovem executivo que sonha em ter muitos filhos com a esposa, mas seus planos são constantemente adiados por seu envolvimento com o trabalho. As coisas complicam quando passa a ser perseguido pela mulher do chefe, perdidamente apaixonada por ele.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
O filme A Mulher do Chefe é, sinceramente, bem chatinho. A história parece nunca engrenar de verdade, e a sensação constante é de estar vendo algo inconclusivo, sem rumo definido.
Tudo se arrasta até culminar em um final totalmente abrupto, como se simplesmente tivessem decidido encerrar o filme do nada.
Esperava que algo se resolvesse, que houvesse algum desfecho coerente, mas nada se conclui. As situações são deixadas em aberto, as motivações dos personagens ficam confusas, e no fim tudo parece inconsequente, como se o roteiro tivesse desistido de si mesmo.
Arielle Dombasle até está bem bonita no filme, mas sua personagem carece completamente de personalidade. É apenas uma figura vazia, uma espécie de ninfo que faz o que quer para conseguir o que deseja, sem demonstrar o mínimo de preocupação ou senso de consequência. Ela age por impulso o tempo todo, e isso torna difícil se importar com o que acontece com ela.
Algumas cenas, inclusive, são forçadas e até ridículas — como a sequência no bangalô do Sr. Roalvang, e a cena posterior, quando o Sr. Roalvang vai ao bangalô de Joel e, num passe de mágica, sua mulher aparece praticamente na mesma hora. Esses momentos deixam o filme ainda mais confuso e artificial.
O personagem de Fisher Stevens, Carlos Delgado, é outro ponto irritante. Ele é chato, forçado ao extremo, e sua introdução na história é feita de forma desajeitada, com cenas iniciais que chegam a incomodar pelo exagero. E para piorar,
ele simplesmente desaparece do filme sem qualquer explicação, reforçando a sensação de desorganização do roteiro.
Lou Jacobi, que poderia ter sido um ótimo alívio cômico ou um contraponto interessante, acaba subaproveitado. Sua presença é breve e sem grande impacto, o que é uma pena, pois ele poderia ter dado mais vida e leveza à trama. Já Christopher Plummer entrega uma performance correta, mas nada além disso. Curiosamente, aqui ele está a cara do Roberto Justus.
No fim, A Mulher do Chefe é um filme inconsistente, cheio de intenções que nunca se concretizam. Falta ritmo, falta propósito e, principalmente, falta um final que faça sentido. O que sobra é a sensação de tempo perdido — um roteiro que promete algo mais provocante e acaba se afogando em sua própria indecisão. Um verdadeiro desperdício de elenco e potencial.
Assistido em 20/10/2025
Conheci este filme desde os tempos áureos do vídeo cassete, das idas e vendas das videolocadoras e por assistir aos trillers as quais as fitas VHS tinham de outros títulos de lançamentos das produtoras. Pelo triller achava que fosse mais divertido, no fim é apenas um filme chato e com roteiro estranho, sorte que é um filme curto. Nem as trapalhadas cômicas garantem risos. E Christopher Plummer no minino pagava suas contas aqui.
FAZ 20 ANOS QUE NAO PASSA NA GLOBO ... EM COMPENSAÇÃO OUTRAS PORCARIAS REPRISA DIRETO ... QUEM TIVER POSTA NO YT PRA GENTE REVER
Um tédio.
Veja ou não como quiser *__*
e as outrora tentações oriundas da esfera homo sapiens , porventura se fazendo presentes de fato nos momentos onde seja quaisquer deslize ou falta de bom senso por parte de quem deseje garantir a fonte de renda, ainda que as custas da perca da degustação de uma " irresistivel" alem de " suculenta" carne nova, muito podem vir a tornar se a diferença entre onde chegar, mas principalmente se assim terá uma vida longa ou curta dependendo da femea bem como do dono da mesma o qual acabe se inserido junto ao meio, é logico que situaçoes a beira da periculosidade social as quais similares as vividas por daniel stern ha exatos 33 anos não impedirão ninguem de sucumbir ao sexo consensual nao importa com quem seja, afinal de contas a carne e´fraca, mas principalmente vivemos e respirando o pensamento mulheres, e quanto mais melhor diga se passagem, contudo prezados, um pouco de cautela em determinadas situações, mais do que garantirem a chance de transar dentro ou fora do casamento mais um dia, geralmente costuma aumentar " um pouco " mais a expectativa de vida, senhor jogador daniel em meados de 2018, no interior do estado do parana que o diga, não é mesmo ? RAZOAVEL. " esposamente" NOTA 8.0