Eu amo o remake desse filme, "Um Rosto de Mulher", estrelado por Joan Crawford (quase que Greta Garbo fez esse filme, mas ficou com medo de ser "hostilizada" por fazer uma personagem tão antipática a princípio e acabou recusando) e dirigido por George Cukor. Depois que descobri que havia uma versão anterior e estrelada por Ingrid Bergman, uma das minhas atrizes favoritas, fiquei louco para assistir, mas demorou anos pra conseguir, mas finalmente a hora chegou. Pra quem gosta de ficar comparando versões, é um prato cheio. A história é a mesma, porém em determinados momentos cada versão tem um rumo diferente. Talvez a versão original seja mais completa, mais dramática e também mais realista. A versão hollywoodiana, acabou condensando algumas coisas, mas mesmo assim é um filme que eu adoro muito (está entre os meus favoritos estrelados por Joan Crawford). Como era de se esperar, Ingrid Bergman está estupenda: tanto ela quanto Crawford souberam conduzir uma personagem complicadíssima, já que a personagem começa o filme completamente má e sem nenhum motivo que faça a gente torcer por ela, mas conforme o filme vai desenrolando, percebemos que a personagem é marginalizada por sua aparência e é uma pessoa amarga por não ter recebido carinho em toda sua vida. Após conhecer um médico que está disposto a ajudá-la, a vida de Anna Holm, muda em partes, já que seu passado está ali presente consigo sempre a atormentando. Na versão posterior não existe muito essa ênfase, já aqui ela é bastante explorada e o filme torna-se irresistível. Ingrid deixou (propositalmente ou não) uma leve impressão de que a personagem havia mudado sua personalidade, mas carregava consigo ainda toda a amargura do passado e isso casa com a proposta do filme. O final é muito diferente da versão posterior e mesmo assim é sensacional. Eu já imaginava que ia gostar desse filme, mas ele acabou me surpreendendo mais do que eu imaginava.
Eu amo o remake desse filme, "Um Rosto de Mulher", estrelado por Joan Crawford (quase que Greta Garbo fez esse filme, mas ficou com medo de ser "hostilizada" por fazer uma personagem tão antipática a princípio e acabou recusando) e dirigido por George Cukor. Depois que descobri que havia uma versão anterior e estrelada por Ingrid Bergman, uma das minhas atrizes favoritas, fiquei louco para assistir, mas demorou anos pra conseguir, mas finalmente a hora chegou. Pra quem gosta de ficar comparando versões, é um prato cheio. A história é a mesma, porém em determinados momentos cada versão tem um rumo diferente. Talvez a versão original seja mais completa, mais dramática e também mais realista. A versão hollywoodiana, acabou condensando algumas coisas, mas mesmo assim é um filme que eu adoro muito (está entre os meus favoritos estrelados por Joan Crawford). Como era de se esperar, Ingrid Bergman está estupenda: tanto ela quanto Crawford souberam conduzir uma personagem complicadíssima, já que a personagem começa o filme completamente má e sem nenhum motivo que faça a gente torcer por ela, mas conforme o filme vai desenrolando, percebemos que a personagem é marginalizada por sua aparência e é uma pessoa amarga por não ter recebido carinho em toda sua vida. Após conhecer um médico que está disposto a ajudá-la, a vida de Anna Holm, muda em partes, já que seu passado está ali presente consigo sempre a atormentando. Na versão posterior não existe muito essa ênfase, já aqui ela é bastante explorada e o filme torna-se irresistível. Ingrid deixou (propositalmente ou não) uma leve impressão de que a personagem havia mudado sua personalidade, mas carregava consigo ainda toda a amargura do passado e isso casa com a proposta do filme. O final é muito diferente da versão posterior e mesmo assim é sensacional. Eu já imaginava que ia gostar desse filme, mas ele acabou me surpreendendo mais do que eu imaginava.