Após o termino da 2ª Guerra Mundial, um grupo de congressistas americanos viaja até a Berlim ocupada para analisar o comportamento das tropas americanas. Lá Phoebe Frost (Jean Arthur), uma congressista, descobre que Erika von Schluetow (Marlene Dietrich), uma cantora de cabaré que foi amante de um militar nazista de prestígio, é atualmente protegida por um oficial americano. Assim, ela pede ajuda a John Pringle (John Lund), um capitão, para ajudá-la a descobrir quem é o militar envolvido, sem imaginar que o capitão é o protetor e amante da cantora
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Um filme menor do diretor Billy Wilder. A história não é das mais interessantes e decepciona como comédia. O maior atrativo acaba sendo mesmo Marlene Dietrich que chega a ofuscar o resto do elenco com a sua beleza e a sua elegância e ainda nos brinda com inspiradas performances musicais.
Marlene Dietrich é o grande destaque nessa comédia romantica. 12/10/2025
Fim da 2ª Guerra Mundial, uma congressista americana vai a Berlim em ruinas, ver como está a moral das tropas na ocupação. Chegando lá, ela se depara com uma verdadeira farra! Os soldados americanos estavam passando o rodo no local, pegando as alemãs em todo canto! E pra piorar a situação a congressista descobre que a cantora do cabaré local Erika von Schluetow (Marlene Dietrich), foi uma figura popular no Terceiro Reich e amante de um figurão nazista, mas que agora era vivia nos braços de um militar gringo.
Seca pra saber quem indenidade do feliz militar, Phoebe Frost (Jean Arthur), procura a ajuda do capitão John Pringle (John Lund), sem saber que ele pega a gata nazi.
Billy Wilder nos leva pro que restou da capital alemã, pra fazer a gente dar boas risadas numa comédia hilária, cheia de romance em plena Berlin arrasada pela guerra. Billy era brincadeira, começa o filme você fica pasmo com as ruinas quase que sem fim da cidade, e não sabe se por causa disso chora, mas basta os personagens de Jean Arthur e John Lund, entrarem em cena, para que você solte o sorriso de vez!
A congressista tenta de todo jeito saber que é o amante da cantora nazi, mas o capitão sempre arruma um jeito de despistar a gata. Até que uma hora começa a despertar o lado feminino de Phoebe, e o paixão acontece. Porém do outro lado da cidade, está Erika von Schluetow, amante que quer manter seu bofe na linha, mesmo com as conversas dele dando migué.
Mais uma vez esse gênio do cinema amarra a gente no sofá, com uma história incrível!, personagens encantadores, em cenas marcantes, onde sob o pano de fundo indescritível da cidade, rola um filme de comédia. A fotografia do filme é atropelo, o preto e branco das cenas são uma obra de arte, em que você acaba encontrando um certo conforto, com a relação dos personagens e como eles são apresentados.
O trio de atores fazem a festa! Jean Arthur mostra uma personagem centrada no trabalho, mas inocente no amor e sem dar muita atenção a ele, e vira presa fácil do capitão. John Lund já vive aquele típico militar de carreira, que vive sob a manha da experiência no mundo militar e que, assim como muitos soldados, encontrou uma garota pra namorar. Marlene Dietrich, já empresta sua beleza, sedução e arrogância a sua personagem, que queria arrumar um jeito de dar o fora do país, ir pros EUA, com um capitão debaixo dos braços, mas que para isso, precisava mantê-lo entre suas pernas.
O filme tem momentos hilários, cenas constrangedoras de amantes em filmes de comédia, ainda mais quando a verdade do capitão é revelada. Mas o filme ainda reserva uma bela revelação, que acaba valorizando muito o protagonista da história. O final ainda tem um corre corre dos bom, e happy end, que as comedias românticas adoram!
"A Mundana" (titulo brazuca, muito infeliz e muito pejorativo), é mais um puta filme do Billy Wilder. O longa te entretém e te faz rir, com uma história leve e solta, mas se passa num local e num momento difícil no pais e no mundo. Billy Wilder, fez um filme, e de comédia ainda, nas ruinas da Alemanha derrotada. O filme é encantador, a história é excelente, o trio de atores são foda, Jean Arthur e John Lund, estão perfeitos em cena, mas Marlene Dietrich faz a gente gelar quando aprece e olha pra câmera. Sem dizer da voz...
clássico noir.
O filme continua agradável até hoje graças à direção elegante e estilosa de Billy Wilder, e à química dos protagonistas.
Marlene Dietrich está, naturalmente, deslumbrante, e consegue combinar arrogância e charme ao mesmo tempo, está linda por demais, sexy por demais, elegante por demais, e engraçada por demais, e ainda tem dois números musicais deliciosos
Não é inesquecivel