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O filme biográfico é sobre a premiada escritora de novela, Margaret Mitchell, que chegou à fama quando ela escreveu o clássico "E o Vento Levou" (1939).
Margaret (Shannen Doherty) cresce para se tornar uma respeitável senhora, no Sul, assim como a mãe. Ela quer se tornar uma escritora, mas sua mãe feminista insiste na necessidade de ela se tornar uma médica. A mãe coloca muita pressão sobre a filha, obrigando-a a ser a melhor em tudo. Isso resulta em Margaret nunca ser capaz de satisfazer a sua mãe. Quando ela se tornou uma jovem, todos os meninos querem ficar com ela, mas Margaret só tem olhos para Clifford, assim começa a história de Margaret Mitchell...
Shannen Doherty foi escolhida para o papel de liderança. Para desempenhar o papel o mais realista possível, ela leu todos os livros sobre a escritora e viu o filme E o Vento Levou (1939).
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Se isso é "ardente" não quero imaginar o que é "gélido". As produções feitas diretamente para a TV antigamente não tinham um bom orçamento no geral, ou cuidados técnicos quase cirúrgicos como hoje em dia. O tom novelesco é forte e a trilha sonora envelheceu pra ferir. Está presente no elenco Dale Midkiff uns cinco anos antes de se tornar Louis Creed, o pai de luto de "Cemitério Maldito", demorei pra descobrir quem era. Uma história que deveria ser recontada sem firulas, com muitas polêmicas e a chiqueza que merece.
Gostaria ver ver esse filme, alguém tem?
E o Vento Levou é uma obra de grande valor artístico, social e cultural, tratando da guerra, da sociedade, cultura e preconceitos de uma época com primor. O filme poderia ter retratado com mais profundidade e menos superficialidade a autora, explorando melhor suas referências. A comparação com a Scarlett é inevitável, mas a Scarlett não escreveu E o Vento Levou...
Como admiradora do clássico 'E o Vento Levou...', me interessei pelo filme da vida da escritora. O problema da obra é ser feita para televisão e, portanto, não ter nenhuma cuidado estético ou enredo bem engendrado. São apresentados fatos da vida de Margaret, quase como uma alusão aos personagens do seu livro, mas não mostra muito os pensamentos da escritora/protagonista sobre a época. Com personagens tão emblemáticos e uma história tão forte, com certeza, Margaret tinha muito mais a apresentar. O filme vale a pena para entender porque ela foi a autora de um romance só e as suas tragédias pessoais.
Não chega a ser um filme bem feito, por ter sido voltado para a televisão, mas tem uma construção bem interessante para estabelecer um paralelo entre a vida de Margareth Mitchell e seus personagens em E o vento levou, sendo ela mesma uma personificação de Scarlett O’Hara, trazendo a história de uma região histórica mas preconceituosa (Sim, o livro E o vento levou é preconceituoso, mas devido ao período histórico em que se passa. No filme dão uma amenizada nessa situação, não mencionando a Klan, por exemplo). É interessante para conhecer o outro lado da história, mesmo com todos os clichês que apresenta.