Bijou Blanche (Marlene Dietrich) é uma cantora de cabaré que tem uma reputação de incitar tumulto por onde vá. Ela já foi deportada de várias ilhas no sul do Pacífico e desta vez chega em Boni Komba, um protetorado americano. Ela se tornou bem popular com os marinheiros e oficiais se apresentando no "Seven Sinners". Dan Brent (John Wayne), um tenente da Marinha, sente-se atraído por Bijou, apesar das maquinações do governador, que não quer vê-los juntos pois crê que esta ligação prejudicará a carreira de Whitney. Além disto há Antro (Oskar Homolka), um criminoso local que também se interessa por Bijou, sendo que seus métodos de conquista são bem rudes.
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Comédia dramática romântica em preto e branco da Universal Pictures que teve uma refilmagem: Pecadores dos Mares do Sul (50). O diretor Tay Garnett (1894-1977) disse que John Wayne (1907-1979) e Marlene Dietrich (1901-1992) eram loucos um pelo outro, e que todos os membros da equipe também eram apaixonados por ela — inclusive o próprio Garnett. Este foi o 1° de 3 filmes que o casal fez junto. A duração correta do filme é 87 minutos.
O estadista Winston Churchill (1874-1965) assistiu a este filme e descreveu Marlene Dietrich como "muito sedutora" na noite anterior ao ataque e ao afundamento do encouraçado alemão Bismarck por navios de guerra britânicos. O 1° filme de Anna Lee (1913-2004) em Hollywood. Ela havia feito 24 filmes na Inglaterra durante os 10 anos anteriores. O dublê Dave Sharpe (1910-1980) interpretou 6 personagens diferentes durante a luta no café. Estréia de Mary Ann Hyde (1923-2008) no cinema e de Claire Meade (1883-1968).
Uma mistura de comédia irreverente, romance e glamour, com boa fotografia e bom elenco. Embora concebido para destacar Marlene Dietrich, o filme é muito divertido graças à química entre ela e o jovem e belo John Wayne — sem falar na briga encenada de forma esplêndida e generalizada, que começa e termina no filme do mesmo modo.
Comédia romântica bobinha e divertida com um par bem incomum, a fascinate Marlene Dietrich e um jovem John Wayne. Nem de longe uma obra-prima, mas é um bom passatempo.
Sempre quis ver e fui deixando para depois. Filmaço! Marlene Dietrich é a grande estrela aqui, Wayne é um mero coadjuvante. Um roteiro que dá alfinetadas no patriarcado a todo momento em pleno início da década de 40. Vemos aqui tudo o que podia ter sido melhor trabalhado em Gilda com Rita Rayworth (e ter visto esses filmes tão próximos um do outro foi uma feliz coincidência). Não há uma desconstrução da personagem de Dietrich em prol dos bons costumes, ela não muda para se adequar ao amor masculino de Wayne, e o mais revolucionário é que ele não quer que ela mude. O nível de aceitação dos padrões da personagem pelo público e pela história que está sendo contada é avassalador. O elenco de apoio ajuda muito a fazer tudo funcionar e ver Dietrich cantar é sempre um colírio para os olhos (assim como Rita em Gilda). Um dos grandes filmes da década e imensamente subestimado. Direção de Garnett é competente, mas é Dietrich que brilha imensamente aqui.
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Os esplendores cênicos são a grande arte desse faroeste e é, claro Marlene Dietrich, elegante, linda, sexy, esplendorosa mais do que nunca, ela e John Wayne, tem uma ótima química, mas e Dietrich, quem rouba todas as cenas.
Só gostei dos números musicais e figurinos da Dietrich.
Os olhos da Dietrich lacrimejando em algumas cenas são a coisa mais linda tb.