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Diane Arbus (Nicole Kidman) é considerada por muitos como sendo uma das melhores fotógrafas do século XX. Ao longo de sua carreira Diane voltou sua atenção para o bizarro, o inusitado e o diferente em suas fotos. Um de seus trabalhos foi com Lionel Sweeney (Robert Downey Jr.), que era portador de hipertricose, uma disfunção caracterizada pelo excesso de pêlos em todo o corpo.
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07.04.2009
Tinha assistido na época do dvd e como não lembrava resolvi rever.
Mais um da Nicole que acho ruim.
13-02-2026 - Revisto
Gosto muito de SECRETÁRIA e, por motivos óbvios, fiquei encantado em relação ao que conheço da obra de Dianne Arbus. Este filme, entretanto, fracassa na continuidade de ambos os sentimentos: revela-se pessimamente dirigido (foram os piores usos de campo/contracampo que já vi em muito tempo) e desrespeitoso em relação à biografia da personagem real, que surge como alguém "ensinado" a ser o que é por outrem. Óbvio que esse é o processo natural das descobertas e conhecimento da vida, mas, da maneira como aparece no enredo, a fotógrafa está longe de ser uma pessoa interessante ou com algo a dizer. Os enquadramentos são preguiçosos e mui equivocados: um filme absolutamente traiçoeiro para quem leva a fotografia a sério, além de descumpridor das regras básicas de observação do nudismo, conforme apresentado na abertura. O filme é tão constrangedor que sequer consigo manifestar-me quanto às interpretações. Possui um ou outro ponto digno de nota (a trilha musical do subestimado Carter Burwell, por exemplo), mas achei tudo horrível! (WPC>)
Como o próprio título diz, o filme se trata de uma biografia imaginada da fotógrafa norte-americana Diane Arbus, cujo trabalho retratava pessoas marginalizadas.
No filme, Diane se vê fascinada pelo seu novo vizinho, Lionel, que tem hipertricose, uma condição que faz com que seu corpo seja coberto de pelos. O universo "excêntrico" dele atrai Diane, que vive em uma bolha de riqueza e busca de fotos perfeitas para anúncios e capas de revistas.
O diretor, que já havia feito juntamente com a excelente roteirista Erin Cressida Wilson o kinky-cult "Secretária" usa o trabalho controverso da fotógrafa e cria um paralelo com seu próprio trabalho fetichista.
Impossível não perceber como Lionel na verdade representa o desejo artístico/sexual da própria Diane, pois ele vive no andar de cima recluso e (sem spoilers) para evitar que ele sufoque ela deve deixar que ele se torne parte dela.
Boa história, vê-se bem