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A Ponte das Artes centra-se em dois jovens, Pascal, um universitário desmotivado, e Sarah, uma cantora lírica com incertezas acerca do seu talento. As duas personagens que, apesar de não se conhecerem pessoalmente, encontram-se interligadas devido à paixão pela arte e à forte atenção que lhe dedicam no seu dia-a-dia. Simultaneamente cômico e trágico, o filme aborda as inseguranças e tensões da juventude e a desorientação dos primeiros dias da idade adulta, onde é difícil definir os caminhos a seguir.
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Cinema Arte!!!
Assisti durante a pandemia de COVID-19 no projeto ENCONTRO VIRTUAL DO CINEMATÓGRAFO. Eugène Green é simplesmente uma das piores coisas às quais fui apresentado durante à pandemia de COVID-19. Acho que é o terceiro ou quarto filme que vejo dele. É tudo a mesma coisa, com aquele estilo de interpretação ridículo e constrangedor, que faz o Dolph Lundgren parece um ator shakespeariano. Horrível! Nem merece qualquer tipo de análise específica isso aqui. O pior é que, durante esse período, também fui apresentado a outros diretores que emulam seu estilo. É tipo uma rede onde rola praticamente uma CENTOPÉIA HUMANA da retroalimentação da bosta artística. Nota 1 de 10.
É chato, mas não é tedioso, e tem umas nuances bem interessantes para se pensar. A questão da existência, do academicismo como unica forma de "ser gente", as formas de ver o amor, a importância de tudo que está na cena, a resposta para o telespectador e o medo de encarar a câmera nos momentos mais pesados. Lá no fim da vida, quero rever.
Parabéns filme, você é o funcionário Cult do mês.
Há algo de esquisito em Ponte das Artes que igualmente me repele e me atrai. Talvez não me agrade a opção de Green em tornar suas atuações acima do limite da robotização mas é impossível não ver valor na transcendência da arte perante o homem e na forma metafísica de como a arte se propaga. Saio do filme com dúvidas, cantarolando Amor, Amor em falsete e tendo a certeza que eu, um dia, encontrarei Bergman em algum lugar desse mundo ou de outro qualquer.