A Primeira Missa é uma tragicomédia que, nas palavras da sua autora, Ana Carolina, compara, artisticamente, o marco histórico da primeira missa com a ciclópica tarefa de se fazer um filme em um país que aos poucos conquista seu próprio mercado.
Não sabia o que encontraria neste filme... E quase gostei. Apesar de retratar situações que provavelmente viveu, a diretora evita o recurso do alter-ego: o diretor protagonista é insuportável e sumamente covarde, além de diferenciar-se bastante dela, quanto à falta de paixão pelo cinema brasileiro. Não obstante o roteiro incisivo e sobremaneira condizente com a tétrica situação da Ancine, o filme tem muito a ver com o caos bolsonarista atual. O elenco está eficiente em sua teatralidade, mas Alessandra Mestrini é prejudicada pela má composição de sua personagem quase pornochanchadesca. Sentia vergonha quando ela aparecia, em situações sub-Globo Filmes. O mesmo e relação às aparições de Mariano Mattos Martins (exceto em seu surgimento completamente nu - risos - como ele está felizmente acostumado). Porém, o grande clímax do filme é, sem dúvida, a aparição catequética de Fernanda Montenegro: genial! (WPC>)
Vou levar o conselho de Nossa Senhora de Montenegro pro resto da vida. Fazer cinema no Brasil não é fácil, mas é um amor...espero não morrer de fome por amor Hahahaha
Não sabia o que encontraria neste filme... E quase gostei.
Apesar de retratar situações que provavelmente viveu, a diretora evita o recurso do alter-ego: o diretor protagonista é insuportável e sumamente covarde, além de diferenciar-se bastante dela, quanto à falta de paixão pelo cinema brasileiro. Não obstante o roteiro incisivo e sobremaneira condizente com a tétrica situação da Ancine, o filme tem muito a ver com o caos bolsonarista atual. O elenco está eficiente em sua teatralidade, mas Alessandra Mestrini é prejudicada pela má composição de sua personagem quase pornochanchadesca. Sentia vergonha quando ela aparecia, em situações sub-Globo Filmes. O mesmo e relação às aparições de Mariano Mattos Martins (exceto em seu surgimento completamente nu - risos - como ele está felizmente acostumado). Porém, o grande clímax do filme é, sem dúvida, a aparição catequética de Fernanda Montenegro: genial! (WPC>)
Mais um filme inventivo, anárquico e provocador desta diretora que merece mais atenção.Bela reflexão sobre nossas origens. Final belíssimo.
Vou levar o conselho de Nossa Senhora de Montenegro pro resto da vida. Fazer cinema no Brasil não é fácil, mas é um amor...espero não morrer de fome por amor Hahahaha
Participações especiais de Fernanda Montenegro, Rita Lee e Arrigo Barnabé.