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Outros títulos
The Kindergarten Teacher - Estados Unidos da América
L'Institutrice - França
Sinopse
Uma professora detecta em uma criança de 5 anos um dom prodigioso para a poesia. Cativada pelo menino, ela decide tomar conta de seu talento, mesmo com opiniões contrárias.
Dos poucos filmes do cineasta israelense que vi até agora - Sinônimos e O Joelho de Ahed - o que posso dizer é que ele não parece lá muito preocupado se o espectador vai entender e apreciar suas imagens e palavras. Quer dizer, seus filmes não são fáceis de acompanhar (início, meio, fim/narrativa tradicional, nada disso) então não consigo mergulhar completamente neles, mas tenho de reconhecer que, mesmo neste, há trechos bastante interessantes pra se ver.
Vi após a regravação (que é ótima) e fui arrebatado desde o início: que direção genial, que câmera esquizofrênica e personalizada, que roteiro devastador. Subversivo e mui corajoso que é, Nadav Lapid não separa a trama da maneira inaudita com que ela é narrada, tudo se justifica politicamente, através das denúncias características do diretor contra o militarismo à beira do fascismo em seu país. Careta, ele? Jamais! Vendo-o depois da versão estadunidense, percebemos o quando a Sara Colangelo o domesticou, ainda que de forma sensível. O garotinho aqui é menos simpático, o que torna as decisões equivocadas (mas bem-intencionadas) da professora muito mais gritantes. Idem quanto à aparição do pai de Yoav. Roteiro perfeito, direção esplêndida, filme favoritado de cara: tem muito a ver com o que sinto. Magnífico! (WPC>)
Eu não manjo nada de poesia e, como na legenda a métrica acaba se perdendo, eu não tenho a menor noção de quão bom o moleque era, acho que isso atrapalhou um pouco a experiência, mas de modo geral, é um bom filme.
Dos poucos filmes do cineasta israelense que vi até agora - Sinônimos e O Joelho de Ahed - o que posso dizer é que ele não parece lá muito preocupado se o espectador vai entender e apreciar suas imagens e palavras. Quer dizer, seus filmes não são fáceis de acompanhar (início, meio, fim/narrativa tradicional, nada disso) então não consigo mergulhar completamente neles, mas tenho de reconhecer que, mesmo neste, há trechos bastante interessantes pra se ver.
Vi após a regravação (que é ótima) e fui arrebatado desde o início: que direção genial, que câmera esquizofrênica e personalizada, que roteiro devastador. Subversivo e mui corajoso que é, Nadav Lapid não separa a trama da maneira inaudita com que ela é narrada, tudo se justifica politicamente, através das denúncias características do diretor contra o militarismo à beira do fascismo em seu país. Careta, ele? Jamais! Vendo-o depois da versão estadunidense, percebemos o quando a Sara Colangelo o domesticou, ainda que de forma sensível. O garotinho aqui é menos simpático, o que torna as decisões equivocadas (mas bem-intencionadas) da professora muito mais gritantes. Idem quanto à aparição do pai de Yoav. Roteiro perfeito, direção esplêndida, filme favoritado de cara: tem muito a ver com o que sinto. Magnífico! (WPC>)
O autosacifício da poesia. O Lapid ama muito as palavras.
Eu não manjo nada de poesia e, como na legenda a métrica acaba se perdendo, eu não tenho a menor noção de quão bom o moleque era, acho que isso atrapalhou um pouco a experiência, mas de modo geral, é um bom filme.
Gostei mais do remake americano, por causa da atuação da Maggie Gyllenhaal e por ser mais enxuto, mas o garotinho deste é melhor.