Gaby é expulsa da escola depois que um professor casado comete suicídio dizendo não poder viver sem ela. Embora não tenha feito nada, Gabriella é punida pelo acontecimento.
Gosto muito da forma como OPhuls conduz sua câmera mas confesso que suas tramas costumam me afastar quase que instantaneamente , com este não foi diferente.
Apesar de o filme pecar por apressar seu desfecho e destroçar a conduta ética da protagonista (que, sim, era lasciva, porém inocente), a direção é tao extraordinária e dominante em sua exuberante 'mise-en-scene', que eu fiquei estonteado, do início ao fim. a protagonista é excelente, e a canção-tema, idem. Audacioso ao extremo, como a grande maioria dos clássicos ophulsianos. Merece ser melhor conhecido: é elementalmente genial! (WPC>)
Gosto muito da forma como OPhuls conduz sua câmera mas confesso que suas tramas costumam me afastar quase que instantaneamente , com este não foi diferente.
Apesar de o filme pecar por apressar seu desfecho e destroçar a conduta ética da protagonista (que, sim, era lasciva, porém inocente), a direção é tao extraordinária e dominante em sua exuberante 'mise-en-scene', que eu fiquei estonteado, do início ao fim. a protagonista é excelente, e a canção-tema, idem. Audacioso ao extremo, como a grande maioria dos clássicos ophulsianos. Merece ser melhor conhecido: é elementalmente genial! (WPC>)