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Sam Katzman usou suas habilidades neste filme de baixo orçamento para levar às telas o conto de Cleópatra e Marco Antonio, que certamente não pode se comparar com produções maiores, mas tem algo para ser admirado pelo que foram capazes de fazer. O filme centra-se em Cleópatra (Rhonda Fleming), que é amada por Marco Antonio (Raymond Burr), mas está interessada em Lucílio (William Lundigan), um homem que logo começa a pensar que ela não é a melhor coisa para o Egito.
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É um filme B da década de 50 sem muitas pretensões, de baixo orçamento e atuações canastranonas, Rhonda Fleming muito linda mas sem ser cativante no papel, não têm uma interpretação marcante, visualmente é muito bonita a fotografia do filme mas o roteiro é bem fraco, no geral é regular o resultado, vale como curiosidade.
Baixa produção assinada por William Castle com atuações apenas medianas. Bem verdade que a Cleópatra aqui, interpretada por Rondha Fleming, apesar de bonita está assaz insossa. Para ver apenas como curiosidade.
A rainha egípcia Cleópatra já foi motivo de vários filmes rodados ao redor do mundo e muitas beldades de suas épocas interpretaram a lendária rainha. Dentre elas, a ruiva belíssima Rhonda Fleming deu vida ao personagem em uma produção B típica dos anos 50 e que foi exaustivamente exibida nas Sessões da Tarde do passado: “A Serpente do Nilo”. Produzido em 1953 e dirigido por William Castle em apenas 12 dias, o filme não tem quaisquer pretensões históricas, e sim, apenas mostrar uma divertida história em coloridíssimo Technicolor.
Épico mediano três estrelas, "A Serpente do Nilo", é apenas uma aventura de ficção caracterizada como uma colorida festa à fantasia, e com Rhonda escondendo sua bela cabeleira ruiva sob uma peruca de Cleópatra. É inegável esconder o quanto Rhonda Fleming era bonita na época, mas infelizmente não convenceu no papel da lendária rainha egípcia...
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