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30 anos depois de profanar a tumba de Ananka e enfrentar seu guardião, a múmia Kharis (Lon Chaney Jr.), Steve Banning está velho e constitui família. Mas Kharis e seu Sacerdote não morreram e prometem vingança a toda linhagem dos Banning. Sendo assim, vão para os Estados Unidos trazer terror aos familiares dos arqueólogos que ficaram famosos e ricos há mais de 30 anos com a profanação da tumba sagrada da princesa Ananka. Sequência de "A Múmia" (1932) e "A Mão da Múmia" (1940).
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A história é sobre a múmia Kharis, que desperta vários anos depois para se vingar dos seus antigos inimigos — agora envelhecidos — que o derrotaram no passado.
Vi no áudio original em inglês e legendado. O protagonista é insuportável; já a jovem atriz Elyse Knox, que faz a mocinha, é mãe do ator Mark Harmon, astro de NCIS — uma das minhas séries favoritas. Foi por causa deste filme que descobri que ele é um nepo baby.
Este longa marca o início da trilogia do ator canastrão Lon Chaney Jr. interpretando a múmia Kharis. O personagem dele ganha mais tempo de tela, mas mesmo assim é raso e mal desenvolvido, piorando o que já não era bom.
A fórmula da franquia começou a dar sinais de desgaste, sendo mais do mesmo, mas o confronto final na casa em chamas é bom, o ápice do filme.
É uma continuação medíocre da franquia.
Ranking:
7.0/100=(A Múmia 1) A Múmia (1932)
6.1/100=(A Múmia 2) A Mão da Múmia (1940)
5.0/100=(A Múmia 3) A Tumba da Múmia (1942)
5.0/100=(A Múmia 4) A Sombra da Múmia (1944)
5.0/100=(A Múmia 5) A Praga da Múmia (1944)
The Mummy's Tomb 1942, no Brasil A Tumba da Múmia. Se eu soubesse que eles iriam reutilizar tantas cenas do filme anterior só pra contextualizar o início deste, eu não teria perdido meu tempo. Tudo bem, entendo que possa ser útil pra quem viu o anterior há mais tempo, mas mesmo sendo um filme curto, essas sequências recicladas acabam parecendo uma perda de tempo desnecessária.
A história é bem básica e cheia de coincidências incríveis — ou melhor, conveniências de roteiro absurdas. Logo no começo, Steve (Dick Foran) tá contando a história da múmia quando, no mesmo dia, ela reaparece após 30 anos e o mata. Depois, Babe (Wallace Ford) sai da delegacia e vai direto pra um bar, onde já se senta ao lado de um repórter. Como se isso não fosse conveniente demais, o sacerdote de Kharis está no mesmo bar e escuta toda a conversa. Pouco tempo depois a múmia aparece, todo mundo foge do bar e deixa Babe completamente sozinho. Ele, que já havia dito que estava entre as futuras vítimas, vai embora sozinho e, claro, tromba com Kharis.
Nosso mano Mehemet Bey (Turhan Bey) larga mão de ser sacerdote rapidinho por causa de um rabo de saia. Se apaixona por Isabel (Elyse Knox) e abandona todo o plano, usando Kharis (Lon Chaney Jr.) pra raptar a garota com o mesmo esquema batido de sempre.
E aquela cena final com a multidão toda empunhando tochas e jogando dentro da casa dos Banning só pra destruir a casa? Não faz o menor sentido. Ainda mais sabendo que a criatura estava lá dentro com Isabel, colocando ela em perigo sem necessidade nenhuma.
Incrível como nessa época os atores que apareciam atirando mal sabiam manejar uma arma, quase sempre balançando ou empurrando a pistola pra frente de forma desajeitada.
Os personagens são desinteressantes.
Os importantes que vinham do filme anterior morrem logo no começo e praticamente não têm relevância nenhuma, servindo apenas como as primeiras vítimas. Os que sobram são totalmente sem personalidade e completamente descartáveis.
No geral, o filme é bem fraquinho e vive mais da nostalgia da série da Múmia do que de qualidades próprias.
Assistido em 18/06/2026
- muita falcatrua o filme ter uma hora contada e ainda perder mais de 10 minutos com cenas do filme anterior
- faz o feijão com arroz desse tipo de filme, o monstro desperta, vai atrás de suas vitimas uma a uma e no final é derrotada
- mas ainda sim é um bom entretenimento
Também visto hoje(27/12/2025) e em sequência a terceira saga da múmia.
Esta sequência estranha e mal concebida retoma a história trinta anos depois. Por que a longa espera ? Ninguém sabe, nenhuma explicação é dada. Ver personagens importantes mortos por Kharis é surpreendente, mas também bizarro. O filme, em grande parte ineficaz, tem pouca credibilidade ou atmosfera; serve principalmente para o seu lado trash.
Bom!
Os primeiros 10 minutos do filme reprisam o último filme, isso reduz a duração, claro, mas de fato, algumas vezes pode parecer lento, a impressão fica que o filme se arrasta bastante, porém tem seus momentos, e também a Múmia mantém sua presença aterrorizadora.