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Outros títulos
Manon of the Spring - Estados Unidos da América
Jean de Florette II - Estados Unidos da América
Manon das Nascentes - Portugal
Sinopse
Continuação de Jean de Florette. Manon cresceu e virou uma bela camponesa, e decide se vingar dos responsáveis pela morte de seu pai, Jean, ocorrida no primeiro filme. Ugolin, um desses responsáveis, apaixona-se por Manon, sem saber dos seus planos de vingança.
Achei que perdeu muito a força se comparado com a primeira parte. Tudo está no lugar , é bonito esteticamente , bem atuado, mas é um novelão que não me salta aos olhos. Bonito e esquecível.
Tão magnífico quanto Jean de Florette! Uma história não só de vingança, mas de remorso, dor, paixão, solidão, luto, destino. Há uma reviravolta, ainda, de cair o queixo, tudo valorizado por atuações magníficas - o arco de Cesar Soubeyran comove pela atuação impressionante do veterano Yves Montand; Daniel Auteil volta com uma performance ainda mais intensa do patético Ugolin, enquanto Emanuelle Beart é um misto de beleza e força que toma conta da tela em todas as cenas. A trilha sonora continua belíssima e a direção e o roteiro se mostram irretocáveis, não há exagero nem falta. Há tempos que eu não via um filme que merece o status de obra-prima.
o melhor filme que vi nos últimos tempos! Vi ele 1 semana após o primeiro e não estava com uma expectativa tão alta por não imaginar tantas opções pra uma vingança que não fosse genérica, mas o desenrolar da história surpreendeu muito! Realmente um filme memorável
Não considero dois filmes, mas sim uma obra só, com 4 horas de duração, pois um filme necessita do outro para transmitir a mensagem. Eles não funcionam sozinhos.
Obra magistral que reflete a maldade, a combiça, a culpa e a ganância. Um estudo da natureza humana.
Achei que perdeu muito a força se comparado com a primeira parte. Tudo está no lugar , é bonito esteticamente , bem atuado, mas é um novelão que não me salta aos olhos. Bonito e esquecível.
Tão magnífico quanto Jean de Florette! Uma história não só de vingança, mas de remorso, dor, paixão, solidão, luto, destino. Há uma reviravolta, ainda, de cair o queixo, tudo valorizado por atuações magníficas - o arco de Cesar Soubeyran comove pela atuação impressionante do veterano Yves Montand; Daniel Auteil volta com uma performance ainda mais intensa do patético Ugolin, enquanto Emanuelle Beart é um misto de beleza e força que toma conta da tela em todas as cenas. A trilha sonora continua belíssima e a direção e o roteiro se mostram irretocáveis, não há exagero nem falta. Há tempos que eu não via um filme que merece o status de obra-prima.
o melhor filme que vi nos últimos tempos! Vi ele 1 semana após o primeiro e não estava com uma expectativa tão alta por não imaginar tantas opções pra uma vingança que não fosse genérica, mas o desenrolar da história surpreendeu muito! Realmente um filme memorável
Não considero dois filmes, mas sim uma obra só, com 4 horas de duração, pois um filme necessita do outro para transmitir a mensagem. Eles não funcionam sozinhos.
Obra magistral que reflete a maldade, a combiça, a culpa e a ganância. Um estudo da natureza humana.
Que história triste
Na metade do primeiro filme
cheguei a pensar que o Jean fosse filho do Cesar, mesmo. Aí aqui confirmou