Um elixir desperta os mortos-vivos em uma vila. Em meio ao terror, uma família em conflito precisa se unir e lutar para sobreviver enquanto a cidade entra em colapso.
O gore aqui é muito bom, o motivo da infecção também é menos batida do que no geral, mas alguns atores como infectados ficaram muito zoados e vergonhosos, parecendo até comédia as vezes. Nem preciso falar de todas as burrices acumuladas em poucos minutos de filme. Mais uma vez um potencial jogado na privada.
Tirando a piadinha infame sobre pessoas de idade querendo voltar a ser novinhas, eu tinha esquecido como os filmes tailandeses — assim como tantas outras produções orientais — conseguem ser ótimos e, em alguns casos, até superiores às produções estadunidenses.
Para mim, essa descoberta começou com Arte do Demônio (2005), depois veio Espíritos: A Morte Está ao Seu Lado (2004) e, a partir daí, fui percebendo que existe uma maneira muito particular de fazer terror no cinema asiático.
No começo, confesso que a gente estranha. Eles são extremamente expressivos, às vezes quase parecem estar em uma novela mexicana, abusam do drama e não têm medo de exagerar nas reações. Só que existe algo que eu gosto muito nessas produções: eles se entregam aos personagens. Criam vínculos, desenvolvem relações e fazem você realmente se apegar a determinadas pessoas. Sim, eu chorei nesse filme e não foi pouco.
E aí, justamente quando você mais está torcendo por alguém, eles simplesmente aniquilam o personagem. 😂 Não existe muita preocupação em proteger o favorito do público. E talvez seja justamente isso que torne algumas dessas histórias tão imprevisíveis.
Em O Elixir, embora algumas atitudes e escolhas dos personagens sejam um pouco bobas e, em determinados momentos, o roteiro force algumas situações, a soma acaba sendo bastante positiva. As atuações são ótimas, os efeitos visuais também funcionam muito bem e o filme consegue equilibrar momentos de humor, drama e horror sem perder completamente a identidade.
Não é um filme perfeito, mas é daqueles que me fazem lembrar por que gosto tanto de explorar o cinema de terror asiático. Existe uma liberdade criativa e uma disposição para exagerar que, quando funciona, produz algo muito mais interessante do que aquela fórmula pasteurizada que tantas produções norte-americanas insistem em repetir.
No fim, os velhinhos se divertem — e eu também.
Assistido em 30.08.2026 Por: Eduardo Gomes Nascimento
Única coisa chamativa são os zumbis que são insanos e a maquiagem / gore é bem feito, de resto, tá maluco, trama maçante, duração exagerada, dramalhão chato e haja paciência pra tanto personagem com burrice do tamanho da lua.
2 estrelas porque a burrice de 100% do elenco da ate medo de pegar na gente kkkk e 1 estrela a mais por ser estrangeiro ; efeitos de maquiagem e parte de terror 5 estrelas ; filme muito longo que as vezes cansa ; tinha tudo pra ser top de mais
Tinha um puta potencial pra ser um novo cult classic do terror de zumbi mas PUTA QUE PARIU só tem gente burra no filme tomando as decisões mais imbecis da face da Terra. As duas estrelas são inteiramente pelo gore e pelos zumbis frenéticos.
O gore aqui é muito bom, o motivo da infecção também é menos batida do que no geral, mas alguns atores como infectados ficaram muito zoados e vergonhosos, parecendo até comédia as vezes. Nem preciso falar de todas as burrices acumuladas em poucos minutos de filme. Mais uma vez um potencial jogado na privada.
🧪 O Elixir: Os Velhinhos se Divertem!
Tirando a piadinha infame sobre pessoas de idade querendo voltar a ser novinhas, eu tinha esquecido como os filmes tailandeses — assim como tantas outras produções orientais — conseguem ser ótimos e, em alguns casos, até superiores às produções estadunidenses.
Para mim, essa descoberta começou com Arte do Demônio (2005), depois veio Espíritos: A Morte Está ao Seu Lado (2004) e, a partir daí, fui percebendo que existe uma maneira muito particular de fazer terror no cinema asiático.
No começo, confesso que a gente estranha. Eles são extremamente expressivos, às vezes quase parecem estar em uma novela mexicana, abusam do drama e não têm medo de exagerar nas reações. Só que existe algo que eu gosto muito nessas produções: eles se entregam aos personagens. Criam vínculos, desenvolvem relações e fazem você realmente se apegar a determinadas pessoas. Sim, eu chorei nesse filme e não foi pouco.
E aí, justamente quando você mais está torcendo por alguém, eles simplesmente aniquilam o personagem. 😂 Não existe muita preocupação em proteger o favorito do público. E talvez seja justamente isso que torne algumas dessas histórias tão imprevisíveis.
Em O Elixir, embora algumas atitudes e escolhas dos personagens sejam um pouco bobas e, em determinados momentos, o roteiro force algumas situações, a soma acaba sendo bastante positiva. As atuações são ótimas, os efeitos visuais também funcionam muito bem e o filme consegue equilibrar momentos de humor, drama e horror sem perder completamente a identidade.
Não é um filme perfeito, mas é daqueles que me fazem lembrar por que gosto tanto de explorar o cinema de terror asiático. Existe uma liberdade criativa e uma disposição para exagerar que, quando funciona, produz algo muito mais interessante do que aquela fórmula pasteurizada que tantas produções norte-americanas insistem em repetir.
No fim, os velhinhos se divertem — e eu também.
Assistido em 30.08.2026
Por: Eduardo Gomes Nascimento
Única coisa chamativa são os zumbis que são insanos e a maquiagem / gore é bem feito, de resto, tá maluco, trama maçante, duração exagerada, dramalhão chato e haja paciência pra tanto personagem com burrice do tamanho da lua.
2 estrelas porque a burrice de 100% do elenco da ate medo de pegar na gente kkkk e 1 estrela a mais por ser estrangeiro ; efeitos de maquiagem e parte de terror 5 estrelas ; filme muito longo que as vezes cansa ; tinha tudo pra ser top de mais
Tinha um puta potencial pra ser um novo cult classic do terror de zumbi mas PUTA QUE PARIU só tem gente burra no filme tomando as decisões mais imbecis da face da Terra.
As duas estrelas são inteiramente pelo gore e pelos zumbis frenéticos.