Emmanuelle e seu marido continuam seu casamento aberto nas Seychelles. Mas quando Emmanuelle e um diretor de cinema se aproximam mais do que o normal, seu marido começa a mostrar sinais claros de ciúmes e a relação se abala.
Depois de aproveitar a vida e curtir o amor livre com muitas orgias durante os dois primeiros filmes, desta vez Emmanuelle começa a se questionar se a falta de ciúmes do marido seria indício de que ele não se importa realmente com ela.
Além disso ela começa a repensar também seu próprio estilo de vida baseado em surubas aleatórias, após conhecer um parceiro mais conservador que desperta nela uma paixão inesperada. E assim ela decide para monogamia e ser traída à moda antiga...
Esta mudança de estilo da personagem acaba influenciando no erotismo do filme que está menos intenso do que de costume, com cenas de sexo menos inspiradas e mais tediosas.
Mas pelo menos o filme continua seguindo a estética dos outros filmes trazendo um cenário exótico para Emmanuelle se aventurar. Desta vez o cenário escolhido foram as ilhas Seychelles que proporcionaram imagens paradisíacas ao filme.
No fim um filme estranho e moralista que destoa totalmente da essência liberal e subversiva dos outros filmes, e o pior de tudo é que ele foi concebido para encerrar a trilogia. Felizmente esta decisão foi mudada e vieram outros filmes que resgataram a proposta inicial e evitaram que a jornada da devassa de Emmanuelle tivesse este fim "broxante"...
somente " ADEUS"? na verdade vulgo " JA FOI TARDE " a franquia roteiristica emanuelle oriunda de tal digamos normatização da putaria cinefila enrrabiistica por intermedio da atriz sueca holandesa silvia kristel em sua maioria REITERO, maioria de exemplares propiamente ditos, como se fazer sexo tivesse de dispor algo comum em praticar se a quaisquer momento, lugar, assim como condições sociais publicas, ao inves da OBVIA privacidade, pois afinal de contas alem de DANEM SE opiniões divergentes, tal " importancia" destas, se isto tivesse o minimo de fundamento teorico?, moteis nao existiram, hoteis idem menos quartos, muito menos o não interesse de que a coletividade testemunhasse em carater ocular com quem por obstante encontra se no momento " afogando o ganso", " descabelando o palhaço", " trocando o oleo", " agasalhando o croquete alheio" feminino, etc, se e´que porventura ou nao me entendem, contudo a quem interessar ou nao possa, a diferença positiva o qual podemos destacar na " despedida " da principal EMANUELLE historica dos cine prive, ja que as outras titulares NINGUEM se importa, e com razão ha exatos 47 anos, trata se na RAZOAVEL exploração artistica assistivel do paraiso geografico das ilhas seychelles, e não propiamente no reles ato publico individual dos terceiros acima supracitados em terem transado por lá a contento, resumindo a quem interessar ou nao possa, este e " A MAGIA DE EMANUELLE", excessões encenadas a RUINDADE de todo demais resto " emanuelistico", e fim de papo. " Adeus Emanuelisticamente " NOTA 8.0. alias senhoras e senhores, de uma sempre " comida " com frequencia na setima arte, para " comida " ha algum tempo pelas minhocas debaixo de sete palmos de terra, e por tal, talvez triste no fim das contas apesar do elogio avaliativo ate certo ponto realizado por este o qual no momento vos interpela, uma mulher bonita no maximo ser lembrada pela posteridade cinematografica por ser uma FUTIL SEXUAL DEPRAVADA, e nada +, ao inves de talento cenico convencional, ja que APENAS isto o FOI, quer concordem com isto, o " QUE SE MATEM" pelo inconformismo da opinião FELISMENTE NADA POLITICAMENTE CORRETA, caso ajude a suportarem uma realidade inconteste irrefutavel, quer nao
Final da trilogia clássica, que por sinal foi o mais fraco dos três. Aqui mostra o preço que se paga pela total liberdade sexual, o risco é muito grande. Gostei das consequências emocionais nos personagens.
Seria heresia dizer que gostei mais deste terceiro capítulo que do primeiro? Aqui, a atmosfera de 'ennui' burguês é assumida pela protagonista, que, a despeito de sua "infatigabilidade" sexual, sente-se desamparada em termos psicológicos e emocionais. Muito interessante quando ela passa a tachar o marido compreensível de misógino, ainda que isso não configure um repúdio total. De alguma maneira, o filme é sobre permissividade de classe, sendo o desfecho extraordinário enquanto confirmação. O personagem Gregory é chato e arrogante, mas composto de maneira eficiente, a ponto de o acharmos sensual. Surpreendi-me com o requinte da produção (trilha musical de Serge Gainsbourg, Jacques Doniol-Valcroze como coadjuvante... Hmmmmm!). Sylvia Kristel nunca esteve tão bonita e eloqüente. Gostei, mas sou obrigado a problematizar os vícios de classe e colonialismo naturalizados pelo roteiro! (WPC>)
Depois de aproveitar a vida e curtir o amor livre com muitas orgias durante os dois primeiros filmes, desta vez Emmanuelle começa a se questionar se a falta de ciúmes do marido seria indício de que ele não se importa realmente com ela.
Além disso ela começa a repensar também seu próprio estilo de vida baseado em surubas aleatórias, após conhecer um parceiro mais conservador que desperta nela uma paixão inesperada. E assim ela decide para monogamia e ser traída à moda antiga...
Esta mudança de estilo da personagem acaba influenciando no erotismo do filme que está menos intenso do que de costume, com cenas de sexo menos inspiradas e mais tediosas.
Mas pelo menos o filme continua seguindo a estética dos outros filmes trazendo um cenário exótico para Emmanuelle se aventurar. Desta vez o cenário escolhido foram as ilhas Seychelles que proporcionaram imagens paradisíacas ao filme.
No fim um filme estranho e moralista que destoa totalmente da essência liberal e subversiva dos outros filmes, e o pior de tudo é que ele foi concebido para encerrar a trilogia. Felizmente esta decisão foi mudada e vieram outros filmes que resgataram a proposta inicial e evitaram que a jornada da devassa de Emmanuelle tivesse este fim "broxante"...
somente " ADEUS"? na verdade vulgo " JA FOI TARDE " a franquia roteiristica emanuelle oriunda de tal digamos normatização da putaria cinefila enrrabiistica por intermedio da atriz sueca holandesa silvia kristel em sua maioria REITERO, maioria de exemplares propiamente ditos, como se fazer sexo tivesse de dispor algo comum em praticar se a quaisquer momento, lugar, assim como condições sociais publicas, ao inves da OBVIA privacidade, pois afinal de contas alem de DANEM SE opiniões divergentes, tal " importancia" destas, se isto tivesse o minimo de fundamento teorico?, moteis nao existiram, hoteis idem menos quartos, muito menos o não interesse de que a coletividade testemunhasse em carater ocular com quem por obstante encontra se no momento " afogando o ganso", " descabelando o palhaço", " trocando o oleo", " agasalhando o croquete alheio" feminino, etc, se e´que porventura ou nao me entendem, contudo a quem interessar ou nao possa, a diferença positiva o qual podemos destacar na " despedida " da principal EMANUELLE historica dos cine prive, ja que as outras titulares NINGUEM se importa, e com razão ha exatos 47 anos, trata se na RAZOAVEL exploração artistica assistivel do paraiso geografico das ilhas seychelles, e não propiamente no reles ato publico individual dos terceiros acima supracitados em terem transado por lá a contento, resumindo a quem interessar ou nao possa, este e " A MAGIA DE EMANUELLE", excessões encenadas a RUINDADE de todo demais resto " emanuelistico", e fim de papo. " Adeus Emanuelisticamente " NOTA 8.0. alias senhoras e senhores, de uma sempre " comida " com frequencia na setima arte, para " comida " ha algum tempo pelas minhocas debaixo de sete palmos de terra, e por tal, talvez triste no fim das contas apesar do elogio avaliativo ate certo ponto realizado por este o qual no momento vos interpela, uma mulher bonita no maximo ser lembrada pela posteridade cinematografica por ser uma FUTIL SEXUAL DEPRAVADA, e nada +, ao inves de talento cenico convencional, ja que APENAS isto o FOI, quer concordem com isto, o " QUE SE MATEM" pelo inconformismo da opinião FELISMENTE NADA POLITICAMENTE CORRETA, caso ajude a suportarem uma realidade inconteste irrefutavel, quer nao
Final da trilogia clássica, que por sinal foi o mais fraco dos três.
Aqui mostra o preço que se paga pela total liberdade sexual, o risco é muito grande.
Gostei das consequências emocionais nos personagens.
Bom filme para você !!!!!
Com bonitas cenas na praia e nudez masculina frontal, é um pouco legal, mas as cenas de sexo pouco empolga.
Seria heresia dizer que gostei mais deste terceiro capítulo que do primeiro? Aqui, a atmosfera de 'ennui' burguês é assumida pela protagonista, que, a despeito de sua "infatigabilidade" sexual, sente-se desamparada em termos psicológicos e emocionais. Muito interessante quando ela passa a tachar o marido compreensível de misógino, ainda que isso não configure um repúdio total. De alguma maneira, o filme é sobre permissividade de classe, sendo o desfecho extraordinário enquanto confirmação. O personagem Gregory é chato e arrogante, mas composto de maneira eficiente, a ponto de o acharmos sensual. Surpreendi-me com o requinte da produção (trilha musical de Serge Gainsbourg, Jacques Doniol-Valcroze como coadjuvante... Hmmmmm!). Sylvia Kristel nunca esteve tão bonita e eloqüente. Gostei, mas sou obrigado a problematizar os vícios de classe e colonialismo naturalizados pelo roteiro! (WPC>)