Baseado no romance de James Hilton, este filme conta a história de um introspectivo diretor inglês, Mr. Chippings (Robert Donnat) que dedicou toda a sua vida a seus alunos.
A história começa no início de sua carreira escolar, quando apesar de bastante dedicado, o jovem professor não consegue ser popular com os estudantes. Apesar de continuar determinado a tornar-se diretor da escola, ele simplesmente é muito fechado em si para tanto.
Depressivo, ele resolve ir escalar, e acaba conhecendo Katherine Ellis (Greer Garson), mas vários acontecimentos vão acontecendo, a história dele vai dos 25 anos até os 83 anos de idade .
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O filme é singelo, abertamente sentimentalista e um tanto piegas.
SPOILERS
Se pensarmos, Mr. Chips (Robert Donat) não era simpático aos alunos porque não era divertido e seguia regras e só começou a ser admirado por eles quando mudou seu comportamento, tornando-se mais vibrante e menos introspectivo, mudança esta devido ao seu relacionamento com Katherine (Greer Garson) que conhece em uma viagem à Suiça e por quem se apaixona e depois se casa. É estranho pensar que seu sucesso entre garotos só é possível quando se torna menos exigente em relação aos estudos.
Como nos dramas das décadas de 40 e 50, não poderia faltar uma tragédia e a esposa morre quando dava à luz como também o bebê, fazendo com que Chips tenha então como único objetivo em sua vida, a dedicação aos alunos.
"Dizem sobre mim que é uma pena eu não ter tido filhos... mas eu tive, milhares deles" diz a fala de encerramento que fecha o filme de forma emocionante com o dedicado professor em seu leito de morte.
Só não gosto que Robert Donat tirou o Oscar de Clark Gable, por seu papel em "E o vento levou" um filme e um personagem que são absolutamente icônicos na história do cinema, mas eles não podiam saber isso em 1939 e apesar do ótimo trabalho de Donat, não supera a atuação mais vibrante e vigorosa de Gable.
Filme que trouxe Sam Wood para os grandes clássicos de sua carreira.Filme singelo e tocante ao máximo.A sincronia entre a dupla protagonista rende suspiros e a jornada rende belíssimos lugares.
>Assistido em 28 de Junho de 2023
Sinopse mal feita , narra metade do filme .
Tudo muito dentro de seu lugar, corretinho demais , um tanto piegas mas comovente, bem atuado e bem feito o trabalho de maquiagem. Marco inicial de um sub-gênero que será eterno para a humanidade mas que pouco me contagia.
Direção consistente e roteiro muito bem estruturado fazem desta película inglesa um filme positivamente recomendável. Com diálogos inteligentes (o título já dá o tom de nostalgia e respeito) e homenageando a resistência dos professores, é um brinde ao mais belo acontecimento da vida: viver. Peca no excesso de sentimentalismo e na temática patriótica para explicar a fleuma britânica, mas sem deixar de ser charmoso, leve, equilibrado e com momentos de riqueza humorística.