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Data de lançamento
28 Jan. 2011Duração
Emily e Nate Weaver deixam a cidade em busca do conforto de um lar ancestral na parte rural do país. Uma vez lá, Emily é atormentada por visões terríveis e assombrada por fantasmas que habitam sua casa isolada nova. Quando o comportamento de Nate sofre uma metamorfose estranha e temerosa, Emily teme que ela poderia ser o alvo mais recente em uma tradição assassina.
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Leisha Hailey está descalça ou usa sandálias abertas em quase todas as cenas.
Não entendo tantas críticas, as atuações não são dignas de Oscar mas alguém entendeu
que ela não estava grávida novamente, que a gravidez era psicológica e um trama de sua mente? Pois em nenhum momento vimos o médico DIZER que ela estava grávida? No final a vemos fazendo o ultrassom e perguntando onde estava seu bebê que na verdade, nunca existiu. O marido não a estava traindo e nem estava possuído e ela misturou a história da casa com a realidade em sua mente perturbada e tudo era fruto do trauma causado pelo aborto sofrido.
Esse era o plot twist do filme, que é um terror psicológico que discute traumas e depressão pós aborto.
Por isso acho, que visto desta maneira, o filme não é totalmente desprezível como dito na maioria dos comentários.
O trailer desse filme nos faz enxergar outro filme.Do começo ao fim fui submetido a um terror medíocre,tenta envolver aventura e ação mas tudo muito mal executado.
Me lembro de quando, em 2011, eu comecei a acompanhar as notícias relacionadas ao terror. Na internet, falavam sobre o After Dark Festival, e me lembro de terem dado destaque para dois filmes: um com um espantalho (Husk) e esse Semente do Mal, que eu me lembrava apenas do pôster. Não cheguei a ver nenhum dos dois, mas me deparei com este no Prime e resolvi assistir. O resultado foi bem decepcionante, pois é um filme que não possui quase nenhum destaque, sendo absurdamente clichê na história como um todo (casa assombrada que muda a personalidade dos que ali residem já foi tema de Amityville e Iluminado) e na condução do clímax, igualmente óbvia. Vale apenas pelo visual, que disfarça bem o baixo orçamento.
Nota: 6.6.
Edit: Acabei de descobrir que é do mesmo diretor do Autopsy de 2008, filme do mesmo nível que este, mas que comete erros completamente diversos diversos (nem parece ser do mesmo diretor).
Revi hoje depois de quase 10 anos que o assisti pela primeira vez, lembro que na época eu havia gostado da trama, apesar das atuações fraquinhas e lentidão com que o roteiro conta sua história. E realmente é bem isso que eu lembrava. A história é bacaninha, prende apesar dos clichês e da produção pobre, e embora a protagonista se esforce sua atuação acaba sendo forçada e caricata pelo exagero. Gale Harold, um bom ator, mas que não consegue se sobressair muito pela falta de execução de seu personagem. Como ponto mais positivo temos a fotografia que é lindíssima, a casa e o campo que acerca são realmente lindos, ambientação perfeita para um filme do gênero. Uma pena que seja tão clichê e tão mal desenvolvido, além de uma produção capenga da After Dark. O final é bacana, acho que ornou bem com a trama exibida até então, não via outro fim possível ali.