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Na família Smith, existem quatro lindas garotas, incluindo Esther, de 17 anos e a pequena Tootie. Esther acaba se apaixonando pelo vizinho récem-chegado, John, que não lhe dá muito atenção à princípio. As coisas mudam quando o Sr. Smith deve se mudar com sua família para Nova York, por causa de seu trabalho
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Musical encantador que diverte e comove e ainda traz ótimas canções. Judy Garland comprova aqui que foi mesmo uma das melhores intérpretes musicais da história do cinema.
Baseado no clássico livro da autora Sally Benson (1897-1972), ‘Agora seremos felizes’ tornou-se um musical absoluto, querido pelos americanos, um filme também simbólico para esta época de final de ano. Com forte similaridade ao livro e ao filme ‘Adoráveis mulheres’ – a família composta essencialmente por mulheres, divididas por sonhos, desilusões e amadurecimento, o filme se passa em um ano, cruzando as quatro estações, que são os capítulos da história; cada uma delas reflete um estado de espírito da família Smith, a relação dos pais com as filhas, o amor e a fidelidade daquela alegre família, até as mudanças de rumo, novos sentimentos e temores. Judy Garland é a menina Esther, Margaret O'Brien é a irmãzinha mais nova, Tootie, Mary Astor, a matriarca; as atrizes, belas e graciosas, entregam tudo para um filme funcional, leve e amoroso. A história se passa nos primeiros anos do século XX, em 1904, no Missouri, com boa parte ocorrendo na Grande Feira Mundial de Saint Louis, até que da metade para o fim vira um filme natalino, com enfoque no inverno. Fãs de musical vão se deliciar. Judy, na época com 21 anos, conheceria seu segundo marido aqui, o diretor Vincente Minnelli, com quem teriam a filha Liza Minnelli.
Indicado a quatro Oscars (melhor roteiro, fotografia, trilha sonora e música), ganhou um prêmio especial da Academia para a atriz mirim Margaret O'Brien, na época com sete anos – a premiação de ator/atriz mirim e juvenis existiu por muito tempo no Oscar. Em DVD pela Warner. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
Esteticamente bonito e gostei das canções. O problema é a trama meio bobinha de romance estilo conto de fadas mas a nostalgia que filme passa é legal.
O idílico WASP americano perfeito: subúrbios impecáveis lotados de casarões; muita fartura, problemas banais e principalmente, não aparece uma única pessoa não branca em pleno Missouri, o que deve ter feito esse filme sessão obrigatória da KKK.
Um filme absolutamente chato, bobinho e datado, salva-se pelo produção e pelo maravilhoso Technicolor.
Musicais normalmente não me cativam, e esse aqui ainda mais pois parece ser uma propaganda de margarina eterna. Mas ainda assim é um filme assistível. Nota 6,5.