Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.

Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade.

    Você está em
  1. > Home
  2. > Artistas
  3. > Alain Corneau (I)
8Número de Fãs

Nascimento: 7 de Junho de 1943 (67 years)

Falecimento: 30 de Agosto de 2010

Meung-sur-Loire, Loiret, França - França

Filho de um veterinário campestre, cresceu nas beiras do Loiro. Com sólida formação musical, Alain Corneau quis fazer uma carreira no jazz, mas findou estudando cinema no IDHEC( Institut de hautes études cinématographiques), hoje chamado ‘’La Fémis’’. Em 1960, encontrou a famosa "Ninique de Colombes", onde começou seus estudos cinematográficos.
Inicialmente, sua carreira foi marcada pelo gênero policial, seus filmes sendo então muitas vezes considerados como homenagens ao ‘’film noir’’ americano, mas aprofundando as psicologias dos personagens. Após três sucessos comerciais apreciáveis, realizou um filme de ação, "Série negra" , marcando o cinema francês graças à maneira como ele dirigiu os atores Patrick Dewaere, Marie Trintignant, Myriam Boyer e Bernard Blier.
Com o filme Tous les matins du monde (Todas as manhãs do mundo), adaptado de um romance de Pascal Quignard, onde a música é o primeiro personagem,Alain Corneau obteve sucesso e críticas inesperados, apesar do tema um tanto austero que ele aborda : a história de um violista do Século XVII tratada sem ostentação por um Jean-Pierre Marielle no apogeu de sua arte. Ele ganhou o prêmio César do melhor filme e o prêmio do melhor diretor.
Toda a sua obra foi realizada como uma busca de identidade, construida pela aceitação das diferenças.Ele confessou:
" O que hoje me perturba, especialmente no ambientalismo atual, é tudo o que é muito definido, busca a chamada pureza pessoal, purezas de civilizações… Tudo isto me causa um pânico completo. É uma palavra que me faz medo porque costuma levar ao fundamentalismo. Supondo que aceitamos as diferenças, todo tipo de influência, que somos feitos de montes de coisas, neste caso não mais sentimos perigo,estamos preparados para aceitar até coisas que não compreendemos. Uma coisa que não compreendo, aceito-a mil vezes mais do que uma coisa que eu compreendo."

Cônjuge: Nadine Trintignant (de 1998 a 2010)