Após muitos anos, Zetterstrøm, famoso pianista dinamarquês, retorna à sua terra natal para um concerto de gala. O evento servirá para que ele perceba que as escolhas que fez causaram um efeito drástico em sua vida amorosa.
Um filme difícil, mas, absolutamente belo em sua frieza. A trilha sonora e a iluminação peculiar são os destaques. "Allegro" é um "Morangos Silvestres" (de Bergman) contemporâneo e bizarro.
Desculpas aos apreciadores deste filme, mas é um dos mais chatos que já vi até hoje. E olha que eu não gostar de algum filme é REALMENTE uma raridade. Não gostei da história, muito confusa e sem sentido. É monótono, fotografia muito pobre. Enfim, desnecessário.
Até onde o nosso passado pode ser definidor do nosso presente? Uma história mal resolvida pode anular tudo o que vivemos antes dela? Qual é o lugar do amor em nossas vidas? Todas essas questões parecem interessar o diretor dinamarquês Christoffer Boe. Em "Allegro", mergulhamos na personalidade ególatra de um pianista perfeccionista em busca de seu passado, de um possível amor fugidio e de sua alma. Um filme difícil, mas, absolutamente belo em sua frieza. A trilha sonora e a iluminação peculiar são os destaques. "Allegro" é um "Morangos Silvestres" (de Bergman) contemporâneo e bizarro.
Chistoffer Boe é o cara, quanta inventividade ele consegue empregar numa narrativa. Neste ele ousa ainda mais que em Reconstrução do amor, acaba se perdendo um pouco no meio é verdade, mas o resultado é uma obra fascinante que brinca com a estrutura narrativa e com o fluxo de memória do personagem principal. O filme faz uma referência clara a Stalker de Tarkovsky, o que claro acrescenta alguns pontos na admiração que tenho por ele.
Como a metáfora, a representação pode doer tanto? Responda na memória, aquela que nos enobrece e nos apodrece, que nos define, que nos quebra.
Um filme difícil, mas, absolutamente belo em sua frieza. A trilha sonora e a iluminação peculiar são os destaques. "Allegro" é um "Morangos Silvestres" (de Bergman) contemporâneo e bizarro.
Desculpas aos apreciadores deste filme, mas é um dos mais chatos que já vi até hoje. E olha que eu não gostar de algum filme é REALMENTE uma raridade.
Não gostei da história, muito confusa e sem sentido. É monótono, fotografia muito pobre. Enfim, desnecessário.
Até onde o nosso passado pode ser definidor do nosso presente? Uma história mal resolvida pode anular tudo o que vivemos antes dela? Qual é o lugar do amor em nossas vidas? Todas essas questões parecem interessar o diretor dinamarquês Christoffer Boe. Em "Allegro", mergulhamos na personalidade ególatra de um pianista perfeccionista em busca de seu passado, de um possível amor fugidio e de sua alma. Um filme difícil, mas, absolutamente belo em sua frieza. A trilha sonora e a iluminação peculiar são os destaques. "Allegro" é um "Morangos Silvestres" (de Bergman) contemporâneo e bizarro.
Chistoffer Boe é o cara, quanta inventividade ele consegue empregar numa narrativa. Neste ele ousa ainda mais que em Reconstrução do amor, acaba se perdendo um pouco no meio é verdade, mas o resultado é uma obra fascinante que brinca com a estrutura narrativa e com o fluxo de memória do personagem principal. O filme faz uma referência clara a Stalker de Tarkovsky, o que claro acrescenta alguns pontos na admiração que tenho por ele.