Depois de uma estadia de vinte anos em um manicômio por um duplo assassinato, uma mãe retorna para sua filha e logo começam a surgir suspeitas sobre seu comportamento.
- caraca, ou esses machados são ultra afiados ou essa mulher é mega forte, era uma machadada e a cabeça já pulava - tem seus probleminhas, mas para a época que foi feito é sensacional - a ótima atuação da joan e o roteiro já valem o filme, aquela reviravolta me pegou desprevenido
Sempre tive muita curiosidade em conferir este título e fiquei surpreso pela seriedade da caracterização de Joan Crawford, que dota a sua personagem de inesperada simpatia (afinal, desde o começo, ela é mais vítima que vilã). Há algo de forçado na reviravolta, mas não se pode reclamar de inverossimilhança em si. Há questões de personalidade muito interessantes sendo desenvolvidas nas entrelinhas, em meio aos chamarizes característicos de William Castle, genial no modo como cria (e vende) o terror. Logicamente, as convenções do 'hagsploitation' não são suficientes para fazer com que ignoremos os detalhes misóginos do enredo, mas isto tem mais a ver com o contexto em que as ações acontecem que com a produção em si mesma. Será? Esta não seria um reflexo das outras? Sim, sim... Os freudianos surtam - e quem sabe até se identificam. Estou nesta lista. Filmaço! (WPC>)
Um ótimo suspense. Há de se dizer o motivo, Robert Bloch é o roteirista. Apesar de ter seu romance adaptado em psicose, ele é a mente por trás do roteiro do filme e é a grande chave desse filme. O roteiro nos prende a atenção a todo momento. E Crowford vai muito bem.
Joan cai como uma luva no protagonismo.O suspense com vários momentos de surpresas e a direção de arte rende grandes sequências.Um dos ótimos suspenses daquele ano.
É praticamente um slasher dos anos 60, com pessoas sendo mortas por um assassino mascarado, é um trabalho interessante de Joan Crawford, que dá uma certa dignidade a um papel que poderia soar caricato, Crawford tinha esse jeito meio frágil mas ao mesmo tempo turbulento. Claro que não chega a ser um grande filme, mas é bem correto e divertido.
- caraca, ou esses machados são ultra afiados ou essa mulher é mega forte, era uma machadada e a cabeça já pulava
- tem seus probleminhas, mas para a época que foi feito é sensacional
- a ótima atuação da joan e o roteiro já valem o filme, aquela reviravolta me pegou desprevenido
Sempre tive muita curiosidade em conferir este título e fiquei surpreso pela seriedade da caracterização de Joan Crawford, que dota a sua personagem de inesperada simpatia (afinal, desde o começo, ela é mais vítima que vilã). Há algo de forçado na reviravolta, mas não se pode reclamar de inverossimilhança em si. Há questões de personalidade muito interessantes sendo desenvolvidas nas entrelinhas, em meio aos chamarizes característicos de William Castle, genial no modo como cria (e vende) o terror. Logicamente, as convenções do 'hagsploitation' não são suficientes para fazer com que ignoremos os detalhes misóginos do enredo, mas isto tem mais a ver com o contexto em que as ações acontecem que com a produção em si mesma. Será? Esta não seria um reflexo das outras? Sim, sim... Os freudianos surtam - e quem sabe até se identificam. Estou nesta lista. Filmaço! (WPC>)
Um ótimo suspense. Há de se dizer o motivo, Robert Bloch é o roteirista. Apesar de ter seu romance adaptado em psicose, ele é a mente por trás do roteiro do filme e é a grande chave desse filme. O roteiro nos prende a atenção a todo momento. E Crowford vai muito bem.
Joan cai como uma luva no protagonismo.O suspense com vários momentos de surpresas e a direção de arte rende grandes sequências.Um dos ótimos suspenses daquele ano.
>Assistido em 02 de Setembro de 2025
É praticamente um slasher dos anos 60, com pessoas sendo mortas por um assassino mascarado, é um trabalho interessante de Joan Crawford, que dá uma certa dignidade a um papel que poderia soar caricato, Crawford tinha esse jeito meio frágil mas ao mesmo tempo turbulento. Claro que não chega a ser um grande filme, mas é bem correto e divertido.