Aly Muritiba é um cineasta brasileiro, ganhador do prêmio Global Filmmaking do Festival de Sundance de 2013 com o roteiro do longa "O Homem que Matou a Minha Amada Morta" e o seu curta-metragem "A Fábrica", foi semi-finalista ao Óscar de 2013, na categoria melhor curta em live-action, ficando de fora da lista final dos cinco indicados para ganhar a estatueta.
O cineasta nasceu no interior da Bahia e, em 1998, mudou-se para São Paulo para cursar História na USP. Logo após, mudou-se para Curitiba com a intenção de cursar Comunicação e Cultura pela UTFPR e Cinema e TV na Faculdade de Artes do Paraná.
Em sua filmografia, existem trabalhos como Circular, A Fábrica, O Homem que Matou a Minha Amada Morta, Com as Próprias Mãos, Revolta e Poemas Inúteis, entre outros.
Em 2013, o filme O Pátio foi o único representante latino-americano indicado para a Semana da Crítica, premiação paralela do Festival de Cinema de Cannes.
Em 2015, lançou Para Minha Amada Morta, filme vencedor de sete prêmios, incluindo os festivais de Brasília, Montreal (Canadá) e San Sebastián (Espanha). O filme estreou nos cinemas do Brasil em 31 de abril de 2016.
Em outubro de 2021, Deserto Particular foi pré-selecionado para representar o Brasil no Óscar 2022.
Em 2022, Muritiba esteve envolvido no processo de discussão da Academia Brasileira de Cinema para redefinir o processo de escolha do candidato brasileiro ao Oscar, ao lado de nomes como Waldemar Dalenogare e Bárbara Paz.
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