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Data de lançamento
11 Set. 1999Duração
Lester Burham não aguenta mais o emprego e se sente impotente perante sua vida. Desencantado com sua esposa Carolyn e pai da adolescente Jane, o melhor momento de seu dia é quando se masturba no chuveiro. Porém seus objetivos mudam quando conhece Angela Hayes, amiga de Jane. Encantado com sua beleza e disposto a dar a volta por cima, Lester pede demissão e começa a reconstruir sua vida com a ajuda de seu vizinho Ricky
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IT'S NEVER TOO LATE TO GET IT BACK
Extraordinário. Lembro que sempre via esse filme por ai, assistia trechos dele quando chegou a passar na globo, provavelmente no tele cine da globo, mas assistindo-o agora completo, é uma obra de arte que demorei a conhecer por completo. A história carrega suas, talvez, obviedades? conveniências de roteiro? embora, porventura, eu esteja sendo incisivo demais quanto a isso. A vida é incrível e estranha, não importa quão difícil esteja, ainda assim continua incrível. O momento que algo vai nos sacudir e fazer enxergar a plenitude da nossa jornada é em um ponto completamente aleatório. O momento em que ele conheceu a ninfeta gostosa. É tipo não esperar por amanhã mesmo! Todo o elenco aqui está perfeito, e a Mena Suvari, estava no auge de sua beleza peculiar.
A violência de modo irônico que levou a alienação através de livros/áudios de auto ajuda da esposa, no comportamento patético do milico e sua problemática latente, e na ironia do mandado de morte por parte da Jane a seu namorado, tudo isso culminando no desfecho...
Papo de pf
(As vezes eu sinto que existe tanta beleza no mundo e eu não posso resistir, e meu coração parece que vai sucumbir) essa fala do filme foi a mais linda de todas.
Eu acho que revendo agora depois de mais velha comecei a enxergar coisas que nao percebi na primeira vez que assisti, achei bem melhor assistindo hoje com a visão voltada para a convivência familiar.
IMPRIMATUR - visto no cinema no ano 2000:
Hoje posso dizer que, ao lado de Clube da Luta, este foi um dos filmes que mais mentiu para mim neste mundo. Melhor dizendo: lamento como ele não deixa claro que é inútil desabar no radicalismo metodológico. Afinal, quando você confronta o real, acaba constatando que todo mundo a sua volta já se vendeu por um preço bem “ordinário” - e aí, nesse caso, de repente você morre! Ou apenas percebe que faz muito tempo que sobrevive como um solitário…
Acredito que a vida do Kevin Spacey manchou um pouco a reputação desse filme, mas ainda é uma ótima alegoria crítica de toda ordem aparente.
Avaliação em nota: 7.9