Enquanto uma mulher no auge de seus trinta e poucos anos descobre sobre si própria e os mistérios de sua vida, ela embarca em uma jornada de amor, aventuras e acasos surpreendentes.
Amor a Três . Direção Drake Doremus. Que filme cansativo, lento, dá sono, só no final faltando poucos minutos que o filme dá uma melhorada. Que protagonista sem graça, chata que não consegue resolver seus problemas, com 30 anos agindo como uma menina de 15 anos, muito infantil. O que salva no filme é a trilha sonora, muito bonita, já a trama do filme é parada, não prende atenção, não me encantou em nada.
Que enredo bom, apesar de meio forçado e sem sentido o lance da suruba, mas gostei da vibe e do elenco de atores famosos que achei interessante. O final meia boca me deixou meio chateado mas valeu pq existem mulheres que se ferram com os homens e acabam criando filhos sozinhas. rs Até me fez lembrar das mulheres dos anos 90 que eram mais promiscuas e iam no Ratinho pra fazer o DNA. E, faltou isso no filme. rs
Gostei da personagem da guria que vive um dilema de ser deprimida, mas densa e rasa ao mesmo tempo. E, eu mesmo sendo gay me senti na pele dela em suas nuances de: depressiva nas entrelinhas, melancólica, cativante, simpática, meiga e carinhosa, fogosa e intensa, mas perdida no trabalho e nas relações sexuais. kkk
Bom filme, uma pegada mais melancólica, com bons diálogos mas embora tenha suas qualidades, não é aquele tipo de filme memorável, mas entrega uma boa performance.
O filme tem seus méritos, mas não identifiquei quais.
A protagonista passou grande parte do tempo indecisa, insincera, e por diversas vezes, fumando.
Tem momentos contemplativos que são um saco.
Tem uma edição estranha, com cortes por vezes abruptos, embora às vezes isso alivie a monotonia.
Umas poucas passagens mais dinâmicas não foram suficientes para aplacar a.quase pasmaceira.
O ritmo moroso, modorrento (tive que acelerar muitas vezes), só melhora nos 20 minutos finais.
Não me agradaram a direção e a câmera às vezes trêmula.
Mas pra quem gostar do estilo, é um prato cheio.
Amor a Três . Direção Drake Doremus. Que filme cansativo, lento, dá sono, só no final faltando poucos minutos que o filme dá uma melhorada. Que protagonista sem graça, chata que não consegue resolver seus problemas, com 30 anos agindo como uma menina de 15 anos, muito infantil. O que salva no filme é a trilha sonora, muito bonita, já a trama do filme é parada, não prende atenção, não me encantou em nada.
Não esperava nada e me surpreendi com tudo!
Que enredo bom, apesar de meio forçado e sem sentido o lance da suruba, mas gostei da vibe e do elenco de atores famosos que achei interessante. O final meia boca me deixou meio chateado mas valeu pq existem mulheres que se ferram com os homens e acabam criando filhos sozinhas. rs
Até me fez lembrar das mulheres dos anos 90 que eram mais promiscuas e iam no Ratinho pra fazer o DNA. E, faltou isso no filme. rs
Gostei da personagem da guria que vive um dilema de ser deprimida, mas densa e rasa ao mesmo tempo. E, eu mesmo sendo gay me senti na pele dela em suas nuances de: depressiva nas entrelinhas, melancólica, cativante, simpática, meiga e carinhosa, fogosa e intensa, mas perdida no trabalho e nas relações sexuais. kkk
Bom filme, uma pegada mais melancólica, com bons diálogos mas embora tenha suas qualidades, não é aquele tipo de filme memorável, mas entrega uma boa performance.
Montar um elenco desses só pra criar um clichê maior do mundo...
>Maratona Shailene Woodley - Assistido em 27 de Setembro de 2024