Drama romântico e suspense policial noir em preto e branco da Chas. K. Feldman Group Productions Inc., Marshall Grant e Republic Pictures indicado ao Oscar de melhor som. O filme foi baseado no romance de mesmo nome de 1946 de Theodore Strauss (1912-2009), publicado em série na revista "International Cosmopolitan", da Hearst Communications.
James Stewart (1908-1997) foi considerado para estrelar, escalar e dirigir o filme. Ethel Barrymore (1879-1959) aparece em 3° lugar nos créditos, mas só surge 10 minutos antes do final do filme. Um dos últimos filmes dirigidos por Frank Borzage (1894-1962), que foi um dos cineastas mais subestimados de todos os tempos e isso fica claro nesta sutil obra-prima de culpa e desespero. O design do cenário e a cinematografia quase fazem este filme parecer um sonho.
Este é um lugar fora do tempo e do espaço, criado inteiramente em sets de estúdio e fotografado com câmeras flutuantes e imagens poéticas de um filme mudo, exuberante, claustrofóbico e maravilhosamente irreal. Uma jóia melodramática e sombria da era mais prolífica do filme noir, com cenas de impacto que lembram as obras de Hitchcock.
A cinematografia de Borzage é sempre muito bonita e aqui ele apresenta uma belíssima fotografia noir em um romance que não me convenceu muito, quanto menos a suposta loucura ou insanidade do personagem principal.
Frases de efeito, interpretações emocionalmente exageradas (comuns na época), situações clichê e um elenco que poderia ser melhor. Apesar de tudo isso assisti "Moonrise" com interesse, gostei da fotografia e o roteiro tenta não dar monotonia à trama. Porém, o aspecto do filme que considero melhor é o seu final,
Drama romântico e suspense policial noir em preto e branco da Chas. K. Feldman Group Productions Inc., Marshall Grant e Republic Pictures indicado ao Oscar de melhor som. O filme foi baseado no romance de mesmo nome de 1946 de Theodore Strauss (1912-2009), publicado em série na revista "International Cosmopolitan", da Hearst Communications.
James Stewart (1908-1997) foi considerado para estrelar, escalar e dirigir o filme. Ethel Barrymore (1879-1959) aparece em 3° lugar nos créditos, mas só surge 10 minutos antes do final do filme. Um dos últimos filmes dirigidos por Frank Borzage (1894-1962), que foi um dos cineastas mais subestimados de todos os tempos e isso fica claro nesta sutil obra-prima de culpa e desespero. O design do cenário e a cinematografia quase fazem este filme parecer um sonho.
Este é um lugar fora do tempo e do espaço, criado inteiramente em sets de estúdio e fotografado com câmeras flutuantes e imagens poéticas de um filme mudo, exuberante, claustrofóbico e maravilhosamente irreal. Uma jóia melodramática e sombria da era mais prolífica do filme noir, com cenas de impacto que lembram as obras de Hitchcock.
Estava curtindo o filme, mesmo com as atitudes do Danny, mas após a montanha russa, o filme me perdeu.
Bom noir com história simples, mas que vale ser conhecido.
A cinematografia de Borzage é sempre muito bonita e aqui ele apresenta uma belíssima fotografia noir em um romance que não me convenceu muito, quanto menos a suposta loucura ou insanidade do personagem principal.
Frases de efeito, interpretações emocionalmente exageradas (comuns na época), situações clichê e um elenco que poderia ser melhor. Apesar de tudo isso assisti "Moonrise" com interesse, gostei da fotografia e o roteiro tenta não dar monotonia à trama. Porém, o aspecto do filme que considero melhor é o seu final,
sem apelo à tragédia como "solução" do caso, como fizeram (e ainda fazem) muitos filmes hollywoodianos que lidam com moralidade e contradições.