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Data de lançamento
11 Dez. 1992Duração
Lurene Hallette é uma dona de casa de Dallas que direciona grande parte do seu tempo para saber o que a família Kennedy faz. Ela fica arrasada quando descobre que o presidente foi assassinado poucas horas depois de chegar na cidade onde ele estava. Apesar da proibição do seu marido, ela decide ir ao funeral e, na viagem de ônibus, ela conhece uma garotinha negra que viaja com Paul Cater, o pai. Em dado momento ela acredita que se trata de um sequestro e avisa o FBI. Quando entende que cometeu um grande erro, a polícia já está pronta para prender o "criminoso". Assim, decide acompanhar pai e filha para ajudá-los no que for possível para escapar do cerco que está se fazendo para capturá-los.
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Drama agridoce com questões interessantes e bom ambientação, mas passei o filme todo meio que "pqp quando essa branca linda, doce e entediada, vai parar de atrasar a vida do pai com a gurizinha" rsrsrsrs ce é loko kkkk. é isso
É muito raro encontrar um filme que eu acabe achando que mereça uma nota maior que a que ele possui em média. E este daqui é um deles. Faço questão de nadar contra a correnteza e deixar meu dois centavos aqui porque realmente fui positivamente surpreendido.
Lurene (Michelle Pfeiffer) é uma cabeleireira entediada com uma relação parassocial (estranhamente à frente do seu tempo, pois este é um assunto muito mais atual hoje que em 1992) com a "família real dos Estados Unidos", simplesmente obcecada em chegar perto deles. Mesmo que isso signifique ir a um funeral do outro lado do país.
Mas, no caminho, encontra Paul (Dennis Haysbert) e Jonell (Stephanie McFadden) em sua jornada. Eles, ao contrário dela, são pessoas com problemas muito reais. E muitos problemas que sequer precisariam existir. Não fosse pela cor deles.
Nesta interação, o mundo de todos eles desaba. É deste desabamento que vai surgir a oportunidade de reconstruir tudo aos poucos e Lurene vai ser uma peça fundamental em tudo isto.
Mas nem por isto este é um filme de "salvadora branca". Muito pelo contrário, aliás. A todo instante vemos que, não fosse pela presença da heroína, muita coisa ali seria muito mais facilmente resolvida. Ela passa muito longe de ser a mocinha ideal. É uma pessoa com falhas muito óbvias. Mas também com qualidades muito evidentes. E o equilíbrio da performance excelente de Michelle Pfeiffer torna a personagem absolutamente crível, por mais inacreditável que possa soar.
Da mesma forma, Dennis Haysbert se encaixa perfeitamente no papel que lhe foi incumbido. Ele consegue passar a dureza, de alguém calejado pela vida dura, e a doçura, de alguém que quer apenas prover o melhor para quem ama, com exatidão nos momentos necessários.
O que impede o filme de ser perfeito é a superficialidade com que muitos temas são tratados. Claro, é apenas um filme, e de uma época em que muitas discussões aqui levantadas eram tratadas com muito mais sutileza, mas a suavização de alguns temas apenas para tornar o filme palatável para um público mais amplo realmente o impedem de chegar à grandeza de fato.
Passa muito longe de ser ruim. É comovente. Divertido. Curioso. E, acima de tudo, prende a atenção do espectador, especialmente quando realmente começa a acontecer a história que se propõe a contar.
Mas é também extremamente convencional e toma poucos riscos. Algo que vai na contramão da história espetacular - e estranhamente verossímil, por mais bizarra que possa parecer - que tem a mostrar. As barreiras do amor podem até ter sido superadas. Mas esta outra barreira da convencionalidade (ou "comerciabilidade", para melhor definir) definitivamente segurou um filme que tinha potencial para ser extraordinário.
Ótimo. A trama é muito bem ambientada no cenário americano da época (1963). As coisas vão se desenrolando de modo crivel e tudo funciona legal, prendendo nossa atenção do início ao fim. Michelle Pfeifer, sem comentários... arrebenta!
Passei um bom tempo buscando este drama sem sucesso até que acabei encontrado hoje. De fato é um bom filme dirigido por Jonathan Kaplan e lindamente interpretado por Michelle Pfeifer (em tempo áureo de sua carreira cinematográfica). O roteiro decorre de um fato histórico (no caso a morte de Presidente Kennedy) para contar um caso de racismo n uma aventura inusitada da personagem para ir ao enterro do presidente americano.
A fotografia e a direção são ótimas! O elenco é ótimo! Mas é Michelle Pfeifer que rouba a atenção do público para si interpretando uma dona de casa comum de Dallas no Texas que decide ir ao enterro do Presidente Kennedy e no caminho encontra uma família negra ao qual se envolve emocionalmente. A personagem de Michelle Pfeifer é adorável!
Valeu a pena eu ter esperado tanto para ver este belíssimo filme.
Drama que une vários assuntos importantes num só pacote,mas quase nenhum chama atenção.O que mais incomoda é um romance pouco desenvolvido entre os principais personagens.Michelle Pfeiffer estava numa ótima sequência de trabalhos na época,esse foi um dos mais apagados e foi justamente por esse que foi indicada ao Oscar...
>Assistido em 08 de Maio de 2022