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Data de lançamento
12 Ago. 1970Duração
Mike Vecchio e Susan Henderson estão se preparando para o seu casamento, no entanto, parece que eles são as únicas pessoas contentes. O irmão de Mike, Richie, está se separando de sua esposa, Joan, e isso perturba a mãe católica devota do rapaz. Ainda, o pai de Joan está tendo uma relação extraconjugal e sua irmã, Wilma, está com problemas com seu marido, Johnny. Enquanto todos esses problemas acontecem, Jerry, o melhor amigo de Mike, está tentando transar com Brenda, prima e dama de honra de Susan.
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Cheguei a este filme por causa da canção-tema "For All We Know", que acho maravilhosa. Gosto do projeto, da intenção multi-abarcadora (que antecipa o tipo de produção abundante na fase final da carreira de Garry Marshall) sobre romances, mas com um viés classista e indisfarçadamente machista para a lógica matrimonial. A entrada em cena da jovem Diane Keaton é ótima, bem como a montagem paralela entre as conversas de mãe e pai do noivo central, tentando apaziguar o filho prestes a se divorciar, mas nem todas as subtramas funcionam adequadamente: senti que o filme é muito melhor abordado quando adere ao drama, que à comédia escrachada e estereotipada (e quase sempre em detrimento da mulher, não obstante elas terem vozes firmes, nas questões sexuais). Há algo de mui regressivo, enquanto abordagem de costumes, quanto ao que vi em FLOR DE CACTO, lançado no ano anterior. O elenco é ótimo, mas a direção não é firme como deveria: a origem teatral é até disfarçada, mas o ritmo do filme é frouxo. Seja como for, alguns bons diálogos se sobressaem contextualmente, mas que o casal central - em dúvida quanto à cerimônia de casamento, aff! - é muito chato, ah, ele é: sobretudo o rapaz! (WPC>)
Comédia que é a cara dos anos 70.Diversão sem precisar pesar a mão em alguns casos.E temos Diane Keaton no seu primeiro trabalho.
>Maratona Diane Keaton - Assistido em 08 de Fevereiro de 2025
Parece um capítulo de uma novela idiota
Bea Arthur devia ter sido indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante.
Comédia indicada a 3 estatuetas no Oscar: melhor ator coadjuvante, Richard S. Castellano (1933-1988) e melhor roteiro adaptado, vencendo o de melhor canção original; no Globo de Ouro, foi nominado a melhor filme de comédia ou musical. Este foi o 1° de 3 filmes dirigidos pelo escritor Cy Howard (1915-1993), sendo sucesso de bilheteria. Houve uma versão feita para a TV: Lovers and other strangers (83).
Estréias no cinema de Diane Keaton e de Amy Stiller. Sylvester Stallone foi um figurante neste filme. Ele brevemente aparece como um padrinho de casamento na cena do casamento. A produção original da peça teatral da Broadway de "Lovers and other strangers", escrita pelos atores Renée Taylor e Joseph Bologna (1934-2017), estreou em setembro de 1968 no Brooks Atkinson Theatre e teve 70 apresentações. Renée Taylor também atuou na peça de teatro e escreveu o roteiro com seu marido Joseph Bologna.
Inteligente comédia, engraçada e espirituosa. Humor fino e atrevido, nada de 'água com açúcar'. Elenco de nomes conhecidos. A estória é essencialmente uma série de vinhetas e anedotas, unificadas por um casamento iminente com situações paralelas na trama.