Barriga de Aluguel

1990

Barriga de Aluguel

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salvando

O casal Ana e Zeca deseja muito ter um filho. Depois de várias tentativas frustradas de engravidar, Ana recebe do Dr. Álvaro Barone, um renomado médico, uma triste noticia: ela não pode ter filhos. Dr. Barone, então, diz ao casal que há uma maneira de realizar esse sonho: contratar uma barriga de aluguel. Em troca de 20 mil dólares, a jovem Clara aceita emprestar seu útero para a experiência. Só que, durante a gestação, Clara é tomada pelo sentimento da maternidade e, após um complicado parto que a deixa estéril, Clara se recusa a entregar a criança, fugindo com o bebê. Tem início, então, uma batalha na justiça pela guarda do menino. Ana afirma que é a mãe, argumentando, em seu favor, a herança genética, uma vez que o óvulo era seu e o espermatozóide era de seu marido, e que Clara apenas emprestou a barriga. Já Clara diz que ela é a mãe do bebê, pois ele foi gerado em sua barriga e foi ela quem deu à luz.

E a pergunta que causou discussões pelo Brasil inteiro, durante os nove meses de exibição da telenovela, foi qual das duas deve ficar com o bebê, Ana ou Clara?

Para definir de maneira correta quem ficaria com a criança, Glória Perez pediu a três juizes que dessem sentenças e deixassem brechas nas sentenças, assim ela poderia colocar no roteiro de forma crível. O processo ocorria em três instâncias, assim como na vida real.

Na primeira instância, Clara ganha a guarda do bebê. Ana recorre, e o Superior Tribunal de Justiça decide que ela é a mãe biológica da criança e deveria ficar com a criança. No terceiro julgamento, a novela termina sem mostrar a sentença, deixando o telespectador sem a resposta. Na cena final, as duas mães estão de mãos dadas com o filho, decididas a encontrar uma solução para a situação, independentemente da decisão final da Justiça.

Estreia Brasil:
20 de Agosto de 1990
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