Data de lançamento
17 Fev. 2003Duração
Helena, após muitos anos de união com o músico Téo, começa a questionar se é feliz em seu casamento. Helena tem uma vida regrada, vive um relacionamento bom e estável com Téo, sem grandes brigas, mas também sem muita paixão. Eles têm um filho, chamado Lucas. Helena é professora de História e trabalha como diretora na Escola Ribeiro Alves (ERA), propriedade de seu marido e da sua cunhada Lorena. Téo é saxofonista de uma banda de jazz, que tem como crooner a amiga Pérola, com quem no passado teve uma filha, Luciana, estudante de medicina. Pérola casou-se com o músico Ataulfo, também da banda de Téo, e com ele teve Jairo. Todos se relacionam como uma grande família.
O ponto crucial para as incertezas de Helena é a volta de César a sua vida. Quando conheceu Téo, Helena deixou seu namorado, César, para se casar com o músico. Desde então, não o reencontrou mais. No primeiro capítulo da trama, Helena recebe a notícia de que César está morando no Rio de Janeiro e que ficou viúvo. Ela também descobre que ele é neurocirurgião na Clínica Dr. Ângelo Moretti, onde Luciana trabalha e que sua filha, Marcinha, é aluna da ERA. Helena fica confusa com a novidade e passa a questionar ainda mais seu relacionamento com Téo.
Para todas as suas dúvidas sobre amor, casamento e desejo, Helena tem duas grandes amigas e confidentes: Suas irmãs Hilda e Heloísa. A primeira tem um casamento feliz e apaixonado com Leandro, e acaba enfrentando um grande desafio quando descobre estar com câncer de mama. Já a segunda vive um casamento em crise com Sérgio, que está prestes a se desmanchar devio ao ciúme doentio que Heloísa sente do marido, chegando até mesmo a esfaqueá-lo.
No auge da separação de Helena e Téo, ela acaba se envolvendo com César (durante seu namoro com Luciana), e Téo decide contar para Helena, junto com sua amiga e ex-prostituta Fernanda - mãe da encantadora Salete - que Lucas, filho adotivo de Helena e Téo, é na realidade filho do músico com Fernanda, com quem já viveu um caso no passado. Porém, enquanto estão indo se encontrar com Helena, os dois são vítimas de uma troca de tiros no Leblon, e entram em coma
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e deveriam outrora incluir alem de DANEM SE opiniões divergentes, " tal importancia", tambem a respectiva alcunha adjetiva de CHATAS, em meio a tal monte de femeas melosas, como se por obstante relacionamentos de fato o fossem sempre tragados a necessidade de reflexões sociais urbanas, dramatizações mutuas constantes entre todos os participantes enrrabisticos envoltos aos mesmos, e por consequencia sempre um " pandemonio antropologica semi moralista " constante exista, ate que um hipotetico ser feliz para sempre possa ocorrer, sem que engresias retoricas DESCARTAVEIS ao estilo das " helenas " provindas do diretor manoel carlos atrapalhem um desenvolvimento seja matrimonial ou apenas enrrabistico sem rotulos a contento, de forma que " para variar " outro LIXO ENJOADO de folhetim um dia esteve em pleno cartaz por parte da rede " Globolixo " de televisão, digo " rede esgoto" de televisão, ops rede globo de esgoto ha exatos 22 anos, e por tal bem ? PUTZ, TONTOS ALIENADOS é o que nao faltaram terem se " apaixonado " por isto, e fim de papo. se e´que porventura ou não me entendem, FAÇA ME O FAVOR. FRAQUISSIMO. " Desapaixonadisticamente " QUASE nota 0.0.
Toda mulher merece um grande amor.
Um clássico absoluto da tv, personagens antológicos... melhor q todas as novelas q estão sendo exibidas atualmente. E isso a geração z depressiva insuportavel, nao vai admitir.
Viciante, mas de fato tem alguns personagens que dão nos nervos. Sem falar na batalha contra alguns preconceitos, isso tudo em uma novela de 2003, agora imagine que mesmo com tudo isso nessa novela passamos com níveis altíssimos de preconceito a partir de 2015 em diante.
Uma das coisas ruins é o modo que tratam os pobres nessa novela, não importa se o personagem é do bem ou o vilão, tratam com preconceito odioso.
Mulheres sob a perspectiva de homens.