Cheias de Charme

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Cheias de Charme (2012)
Cheias de Charme
Média do filme: 3.8 de 5 — baseado em 2707 votos
MÉDIAFILMOW
3.8
2707 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Data de lançamento 16 Abril 2012 Outras datas
País de origem Brasil 🇧🇷
Duração 7150 min (119h010)
Classificação indicativa de Cheias de Charme: 10 - Não recomendado para menores de 10 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

16 Abril 2012

Duração

7150 minutos Classificação indicativa de Cheias de Charme: 10 - Não recomendado para menores de 10 anos
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Sinopse

Maria da Penha (Taís Araújo), Maria do Rosário (Leandra Leal) e Maria Aparecida (Isabelle Drummond) são empregadas domésticas de um condomínio de luxo carioca que se conheceram na cadeia e, por um golpe de sorte – e de talento -, conseguiram mudar seu destino.
Rosário é a cozinheira que quer virar cantora. Fã enlouquecida do cantor Fabian (Ricardo Tozzi), o “Príncipe das Domésticas”, se verá dividida quando for cortejada pelo ídolo e se apaixonar por Inácio (Ricardo Tozzi), um rude motorista que é a cópia fiel do astro.
Cida é uma Cinderela: a garota ingênua que descobre que é bem mais do que a arrumadeira da família que a criou, os Sarmento. Namorada do grafiteiro Rodinei (Jayme Matarazzo), cairá nas garras do ambicioso Conrado (Jonatas Faro), que a usará para subir na vida. Mas só encontrará amor verdadeiro nos braços do advogado Elano (Humberto Carrão).
Penha é a guerreira que criou os dois irmãos, Alana (Sylvia Nazareth) e Elano. Ultimamente sustenta o marido malandro, Sandro (Marcos Palmeira), e cuja relação de amizade com a patroa Lygia (Malu Galli) passará por todas as provações.
A vida das três Marias será infernizada pela cantora Chayene (Cláudia Abreu). Piauiense de Jurumenha com passagem por São Paulo, foi lançada há quinze anos num grupo de lambada. Conquistou sucesso fulminante em âmbito nacional com o “Xote da Periquita” e sua característica dancinha. Com um repertório que vai do forró tecno ao brega pop, já sacudiu multidões nos seus shows superproduzidos. Hoje, amarga uma má fase: não vende mais disco, nenhuma faixa nova emplacou, os homens escassearam, a juventude começa a fazer falta. Chayene sente o sucesso lhe escorrer pelos dedos e isso ameaça seu ego descomunal. Atribui a má fase a um suposto (e invisível) sobrepeso. Divide seu tempo entre o seu Piauí natal, on de é considerada uma deusa, e a mansão no Condomínio Casagrande, no Rio.Chayene é patroa de Penha no começo da história, e de Rosário logo depois. Viverá um namoro promocional com o cantor Fabian, a quem apadrinhou para o sucesso. E será uma eterna pedra no sapato das Empreguetes, o trio que transforma as Marias em celebridades da noite para o dia.

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Comentários 21
amigos querem ver
netocoutinho_
Neto Coutinho
1 ano atrás

Uma novela com uma salada de tudo que a gente ama. Música, comédia, amor, amizade e muitas reflexões. E o que falar das Empreguetes? Esse trio é um trio musical da ficção, mas ganhou uma legião de fãs na vida real ❤️👏

jordisonfrancisco
Jordison
2 anos atrás

"Cheias de Charme" é uma delícia de novela, mas perde o fôlego pelo caminho

A novela foi um dos maiores fenômenos da Globo. "Cheias de Charme" marcou a estreia de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira como autores fez um baita sucesso em 2012, recebeu uma avalanche de elogios, tanto de público quanto da crítica, e sua repercussão foi a melhor possível. Até hoje é lembrada com carinho. Sua primeira reprise foi exibida entre 2016 e 2017 no "Vale a Pena Ver de Novo" e a segunda reexibição entrou na faixa chamada de 'especial' da emissora --- pertencente ao extinto "Vídeo Show" --- em março deste ano, chegando ao fim nesta sexta (06/09/2024).

A novela, dirigida por Denise Saraceni, foi uma trama colorida, recheada de personagens carismáticos e soube utilizar a internet a seu favor, fazendo da dita 'concorrente' da televisão uma aliada poderosa. O clipe 'Vida de Empreguete' foi colocado no site da novela ao mesmo tempo que 'vazou' na história e o resultado foi simplesmente mais de doze milhões de acessos, em uma época onde o termo chamado 'transmídia' ainda era novidade. A própria Globo não tinha muita familiaridade com o uso de redes sociais e os sites das novelas eram precários. O Gshow nem existia. A produção inaugurou uma nova era para a empresa e deu muito certo. As músicas 'Vida de Empreguete', 'Maria Brasileira', 'Xote da Brabuleta', entre outras, fizeram sucesso dentro e fora da ficção.

A saga de Cida (Isabelle Drummond), Rosário (Leandra Leal) e Penha (Taís Araújo) caiu na boca do povo. Os autores souberam aproveitar os programas da emissora e as empreguetes se apresentaram em quase todas as atrações da casa --- "Domingão do Faustão", "Mais Você" e "Encontro com Fátima Bernardes" foram alguns deles. Ainda na mistura de ficção e realidade, no último capítulo, Cida lançou um livro baseado nos contos do seu diário e a obra também foi vendida em todas as livrarias do país, em uma época em que as lojas físicas não eram ameaçadas pelo mercado online.

Eram outros tempos e a trama foi aquele caso raro onde tudo funcionou. O único 'azar' foi sua exibição junto com o fenômeno "Avenida Brasil", um dos maiores sucessos da história da teledramaturgia, que arrebatou o país no horário nobre. A história de João Emanuel Carneiro faturou praticamente todos os prêmios disputados, o que acabou tirando a produção das sete do páreo. Caso contrário, o enredo das empregadas que chegam ao estrelato teria vencido várias categorias com facilidade.

Os atores foram muito bem escalados e deram um show. Isabelle Drummond emocionou com sua doce Cida; Taís Araújo brilhou na pele da determinada Penha; Leandra Leal convenceu com sua tão esperada protagonista; Cláudia Abreu foi o maior destaque da trama e fez de Chayene uma das personagens mais marcantes da teledramaturgia e Titina Medeiros foi uma grata revelação vivendo a totalmente louca Socorro. Malu Galli interpretou com maestria a íntegra advogada Lygia; Tato Gabus Mendes (Ernani), enquanto Alexandra Ritcher (Sônia), Simone Gutierrez (Ariela), Rodrigo Pandolfo (Humberto) e Giselle Batista (Isadora) foram ótimos representando a Família Sarmento. Já Chandelly Braz divertiu na pele da periguete Brunessa. Uma pena que Leopoldo Pacheco (Otto), Tainá Muller e Aracy Balabanian (Máslova) tenham sido pouco aproveitados.

Entretanto, a novela das sete teve problemas de desenvolvimento. A história começou com um ritmo ágil e vários acontecimentos, mas, após a ascensão das empreguetes, houve uma imensa queda de qualidade. Núcleos perderam a função, personagens sumiram, as protagonistas perderam o charme, e a 'barriga' se fez presente até a penúltima semana da obra. O roteiro perdeu o fôlego e passou a andar em círculos. Um dos principais atrativos da novela eram as protagonistas e suas características marcantes. Só que a separação do grupo não causou uma virada interessante na obra. O ritmo decaiu após o término do trio e as personagens ficaram irreconhecíveis. Cida, de ingênua e doce, virou uma tonta a ponto de acreditar piamente no homem que a humilhou desde a infância e no rapaz que a abandonou na primeira oportunidade que teve. Penha deixou a fibra de lado e passou a se preocupar o tempo todo com Sandro (Marcos Palmeira), a ponto de ter reatado com o ex no final, o que foi algo inconcebível. E Rosário passou a viver em função de seu dueto com Fabian (Ricardo Tozzi), o que implicou em situações repetitivas. Até Chayene perdeu a sua potência diante da falta de acontecimentos na história.

Além da queda de ritmo, furos dispensáveis ficaram perceptíveis. O primeiro foi a falsa paternidade do Sarmento (Tato Gabus Mendes). Quando o mistério foi revelado para o público, Valda (Dhu Moraes) teve uma longa conversa com o patrão, onde ambos confirmavam o caso do mau-caráter com a mãe de Maria Aparecida e a própria madrinha da empreguete já demonstrava que havia um segredo na vida da menina. Ou seja, os autores se arrependeram da redenção do vilão e resolveram alterar a trama. Outro erro foi a revelação da cirurgia de Inácio (Ricardo Tozzi). A ideia foi criativa, mas no início da novela, quando o personagem contou uma parte do seu drama pessoal, uma cena de flashback foi exibida, onde Dália (Maria Helena Chira) ficava em choque quando via a semelhança de Inácio com Fabian. Mas se ela tinha mandado o cirurgião modificar o rosto do seu 'amado', como pode aquilo ter acontecido? Outro erro foi Ariela não ter descoberto que era traída por Humberto com Brunessa. O saldo geral, todavia, é o melhor possível.

A reprise de "Cheias de Charme" no "Vale a Pena Ver de Novo" não repetiu o sucesso da época e a sua segunda reexibição teve uma audiência abaixo do esperado. Isso em nada afeta a qualidade da produção, mas expõe que os problemas observados em 2012 ficaram mais perceptíveis anos depois. E há também casos de histórias que só funcionam em determinado período. Teledramaturgia nunca foi uma ciência exata. Ainda assim, o folhetim merece todo reconhecimento e está na galeria de obras inesquecíveis do audiovisual brasileiro.

uchihanitro
Ren Uchiha
2 anos atrás

Não assisti quase nada na época que lançou, mas terminei hoje na reprise. É uma novela legal...
30/08/2024

dannika
Danielle
½
2 anos atrás

Essa novela tem um começo muito bom, tem personagens bem interessantes e divertidos. Mas sinto que do meio pro final a história foi se perdendo e tem acontecimentos bem nada a ver, e o humor vai decaindo a ponto de ficar tosco,

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

(por ex, a Chayene virando mulher gorila do nada, a vozinha de Alvin e os Esquilos quando tomam o chá de ferra goela... A Globo tinha grana pra fazer coisa muito melhor).


Comentário contando partes do filme. Mostrar.

E ainda não acredito que depois de tudo a Penha acaba com o traste do Sandro... Forçaram a barra no término dela com o Gilson só pra ela ficar no final com aquele vascaíno ridículo!

eusant
ÉRICA
½
3 anos atrás

A parte cômica é sem igual, só os dramas que são meio chatos. E aquele vascaíno é de morrerrrrrr! Oh, homem insuportável! Sandro, Fabian e Rosário matavam a novela. Chayene e Penha carregavam a novela nas costas.

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Cláudia Abreu 15 485

Cláudia Abreu

(Chayenne (Jociléia Imbuzeiro Migon))
Humberto Carrão 17 173

Humberto Carrão

(Elano Fragoso)
Isabelle Drummond 26 304

Isabelle Drummond

(Maria Aparecida dos Santos Souza "Cida")
Leandra Leal 63 1,7K

Leandra Leal

(Maria do Rosário Monteiro da Silva)
Ricardo Tozzi 2 77

Ricardo Tozzi

(Inácio Paixão / Fabian Brunini)
Taís Araújo 17 371

Taís Araújo

(Maria da Penha Fragoso Barbosa)

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