Isolada em uma casa de veraneio, Vera Baxter recebe a visita de uma das amantes de seu marido e uma estranha que aparentemente ficou fascinada por ela ao ouvir o seu nome sendo pronunciado no saguão de um hotel. Nessa tarde, a vida e a psique da protagonista são reveladas de maneira fragmentada através dos diálogos que ela trava com as duas mulheres, muitas vezes acompanhados de cenas da natureza e uma repetitiva trilha sonora que induzem o espectador a um estado meditativo propício ao discernimento do que é real e o que não é, o que é preciso, já que logo se descobre que não se pode confiar nas palavras das personagens.
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Poster e fotografia externa muito bonitos , o grande problema do longa , muito mais que a lentidão é a trilha sonora muito limitada e repetitiva.
Filme com uma proposta de transcender bem distinta que tem como característica um ambiente claustrofóbico e, acima de tudo, um estado quase catatônico de uma mulher que perdeu qualquer interesse e brilho na vida.
A premsisa pode parecer muito interessante, mas a prática, infelizmente, traz o contrário.
O filme é um sonífero de primeira linha que você pode colocar quantas vezes for que vai cair no sono de forma certeira. É uma pena, pois ele tem claramente traçado nuances que se fazem muito reais com mentiras e guinadas deliberadas entre as interlocutoras.
Em minha opinião, o ponto forte se faz por meio de um clima hipnótico conduzido pela belíssima música escolhida repetida continuamente de pano de fundo. Ela própria se integra como participante ativa da trama e sendo, inclusive, mencionada durante as conversas.
Por fim, queria ter gostado mais!
As vezes prolixo, as vezes melancólico. A música vai se repetindo, só variando o volume, e serve para cadenciar as emoções uma vez que a protagonista é uma personagem fria e não altera a voz em nenhum momento. Ótimo trabalho de composição da atriz.
Achei doido. Gostei principalmente da resolução final. A música repetitiva meio mantra meio alegre meio agoniante pra mim fechou bem com a referência às mulheres do passado no final. Gostei da ambientação também, todo o conforto e riqueza material, beleza natural, mas um quase vazio humano.
Mas vá preparade pra ver um filme bem francês....
q musica chata do krl