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Data de lançamento
16 Dez. 2016Duração
Após uma tragédia pessoal, Howard (Will Smith) entra em depressão e passa a escrever cartas para a Morte, o Tempo e o Amor - algo que preocupa seus amigos. Mas o que parece impossível, se torna realidade quando essas três partes do universo decidem responder. Morte (Helen Mirren), Tempo (Jacob Latimore) e Amor (Keira Knightley) vão tentar ensinar o valor da vida para o protagonista.
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O filme abusa muito da boa vontade do público pra se levar a sério o plano de enganação para o Howard, usando os atores para se passarem por personagens da imaginação dele.
Esta dinâmica estraga um pouco a experiência, mas a mensagem de superação de luto é bem trabalhada inclusive como um plot twist no final sobre a real identidade da mulher que ele conheceu no grupo de auto ajuda. As filosofias envolvendo morte, tempo e amor também são bem encaixadas no enredo.
Will Smith tem uma atuação satisfatória, com um personagem melancólico que tira o ator de sua zona de conforto da comédia, exigindo mais da parte dramática.
Não é um filme marcante mas vale a pena conferir, a história que vai se conectar melhor principalmente com quem já passou por perdas e luto.
Meio raso e clichê, se comparado a outros filmes bem mais densos sobre o luto, como 21 Gramas ou Rabbit Hole, mas é bem conduzido, com tons de fábula natalina e um plot twist realmente surpreendente próximo ao desfecho.
Realmente o TEMPO tem uma grande influência sobre nossos pensamentos e visão de mundo. Assisti esse filme na época em que foi lançado, me lembro de te-lo achado incrível pela história, pelo elenco de peso. Revi hoje (06/04/25) e o achei fraco, com abordagens filosóficas clichês e sem nada mto marcante. Mas ainda assim, o filme vale a pena.
Um bom filme de Sessão da Tarde. Não é porque é clichê que é necessariamente ruim. Tem dias que um filminho assim cai bem, ainda mais com um bom plot twist.
O filme é bem bonito e eu gosto da mensagem. Achei interessantes os conceitos, as representações e os plot-twists. O único problema pra mim foi o início. Achei que pecaram muito na fase do set-up, do estabelecimento dos personagens. Aqueles diálogos foram pavorosos, com os personagens recapitulando as coisas verbalmente, de um jeito que ninguém faz na vida real. Ficou muito forçado. Fora isso, o filme é bem construído, as coisas são reveladas no momento certo, e o roteiro dá bastantes pistas interessantes no meio do filme para que quem está assistindo consiga ir construindo na cabeça a verdadeira história do filme. Achei muito bom! E gostei muito do conceito de "beleza colateral". Só quem já vivenciou um luto profundo entende. Vou tentar me lembrar dele. ♥