Viúva casa-se novamente e vai morar em uma nova casa com seu marido e o filho que restou do casamento anterior, que é possuído pelo espírito do pai e passa a ter desejo
Schock ou Beyond the Door II, de 1977, só tem uma coisa boa, o final que é interessante, mas pra chegar lá é mó caminhada, chato e parado até o talo.
Somente no final quando algumas coisas são reveladas que o filme melhora, mas mesmo assim, imagino que seja difícil pra muitos chegarem a ver esse final.
Eu cheguei mas demorou mais de 2 horas pra terminar, entediante e sem atrativos nenhum.
Como vários espectadores contestam: o que levou aquela mulher a voltar a morar numa casa tão entulhada por traumas?! A progressão dos delírios é, de fato, assustadora, mas, para mim, em particular, por conta de situações pessoais, o que já assusta ao extremo é o compêndio de lembranças dolorosas associado à drogadição do personagem ausente (porém onipresente enquanto espectro). Como de praxe nos filmes do Bava, há uma sobrecarga de 'flahsbacks' no trecho final do filme, mas este faz sentido por não responder devidamente às questões, já que a protagonista permanece incerta do que realmente fez, enquanto tentativa de defesa às agressões de seu ex-marido viciado. Fotografia e trilha musical são efetivas na criação de um clima, bem como a inocência maculada do garotinho, deveras expressivo. O desfecho, portanto, é desolador, faz jus ao título! (WPC>)
Schock ou Beyond the Door II, de 1977, só tem uma coisa boa, o final que é interessante, mas pra chegar lá é mó caminhada, chato e parado até o talo.
Somente no final quando algumas coisas são reveladas que o filme melhora, mas mesmo assim, imagino que seja difícil pra muitos chegarem a ver esse final.
Eu cheguei mas demorou mais de 2 horas pra terminar, entediante e sem atrativos nenhum.
Assistido em 13/04/2026
Mais entediante do que novelas dos dias atuais...
SUPORTEI por 25 minutos...
O filme é muito chato, ganha tração apenas nos minutos finais, mas gostei muito da atmosfera.
O jump scare
do garotinho correndo em direção à mãe, sumindo e reaparecendo como o pai falecido
Gosto dos filmes de terror Italianos,Mas esse feito numa época de tantos clássicos,E Fraco!.
Como vários espectadores contestam: o que levou aquela mulher a voltar a morar numa casa tão entulhada por traumas?! A progressão dos delírios é, de fato, assustadora, mas, para mim, em particular, por conta de situações pessoais, o que já assusta ao extremo é o compêndio de lembranças dolorosas associado à drogadição do personagem ausente (porém onipresente enquanto espectro). Como de praxe nos filmes do Bava, há uma sobrecarga de 'flahsbacks' no trecho final do filme, mas este faz sentido por não responder devidamente às questões, já que a protagonista permanece incerta do que realmente fez, enquanto tentativa de defesa às agressões de seu ex-marido viciado. Fotografia e trilha musical são efetivas na criação de um clima, bem como a inocência maculada do garotinho, deveras expressivo. O desfecho, portanto, é desolador, faz jus ao título! (WPC>)