“Bio” narra a história de um cientista de 1959, ano de seu nascimento, até 2070, data de sua morte, a partir de depoimentos de pessoas que o conheceram e influenciaram sua trajetória, acompanhados de breves cenas que ilustram partes marcantes da vida desse sujeito ímpar. A ficção, com a estrutura de um documentário, conta com 39 atores e atrizes no elenco.
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Achei a ideia do filme bem interessante.
A tentativa de unir documentário com ficção acho que podia ser melhor elaborada.
03.04.2025
A proposta de unir doc e filme achei bem falha, ao menos não é um demérito, foi a escolha da direção, mas obviamente não atinge o público todo e nisso me incluo, achei cansativo, mesmo tendo uma ideia diferenciada, ao menos tem um time fabuloso de atrizes brasileiras.
É um ano inesquecível para o cinema nacional. Confesso que só tive conhecimento da existência do filme quando da seletiva nacional para decidir sobre o representante do Brasil no Oscar... Bio faz parte de um segundo pelotão de bons filmes nacionais, não teria como tomar a vaga de Vida Invisível ou Bacurau... Sócrates, Los Silêncios e Bio, talvez tbm Simonal, compõem um outro grupo bem interessante de filmes nacionais de 2019 que foram cogitados ao Oscar... Entretanto filmes como Divino Amor e Mormaço me parecem tão merecedores desse reconhecimento quanto os filmes que foram considerados...
Bio é uma narrativa intrigante que vai te puxando para dentro do filme porque nos fisga pelo apetite da imaginação... A história de nosso protagonista é contada em episódios de sua vida discutidos por pessoas amigos e familiares das mais variadas fases de sua vida...
Um bom trabalho de roteiro e de montagem... Viva o cinema nacional!
Desde que soube deste filme, via Festival de Gramado, fiquei obcecado: quis muito vê-lo, apreciei não apenas o mote de ficcção científica, mas sim a idéia inteligente de construir um personagem via depoimentos alheios. Diante do filme, minhas boas expectativas foram confirmadas: o filme tem momentos de inspiração compositiva genial (vide o percurso que faz com que compreendamos a relevância de uma prostituta espontânea para o desenvolvimento emocional do protagonista), mas cansa um pouco em seu trecho final, que soa supérfluo ao extrapolar o tempo de realização. Os atores estão ótimos e os diálogos - ou melhor, monólogos complementares - fascinam pela naturalidade e pelo clima de verossimilhança situacional. Sou fã do Carlos Gerbase, não obstante certa irregularidade inevitável em sua filmografia. Aqui, temos um dos pontos altos da mesma. Adorei - e minha mãe do outro lado: "e ele não aparece não, é?" (risos)! (WPC>)
Que honra ser o primeiro a comentar rsrsrs
O filme é bom, gostei, e é ótimo ver o cinema brasileiro sempre se reinventando, saindo da casinha. História super envolvente e inventiva.