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Day of the Falcon - Estados Unidos da América
Sinopse
Se passando nos países árabes da década de 30 durante a ascensão do petróleo na Península Arábica, a história é sobre um jovem príncipe árabe dividido entre a lealdade ao pai conservador e ao sogro moderno e liberal.
Não dava nada para esse filme, seja pelas notas ou pelo início dele, que parecia que ia entregar algo sem graça. Mas, passados os vinte minutos inciais ele começa a ficar interessante, e não é só pela ação ou pelos conflitos sangrentos que se desenvolvem (personagens morrem como moscas), mas também por entregar bons diálogos e uma boa trama geral. Aliás, por isso que costumo dizer que é sempre bom assistir o filme sabendo o mínimo possível, se eu já soubesse dos conflitos da sinopse talvez não fosse tão bom. A produção é boa também, no início parecia que não ia ser, mas as locações são interessantes, os efeitos e as cenas de ação são bem filmadas (exceto, infelizmente, a última que, sinceramente, nem precisava existir, é curta e nem deu tanta emoção e não foi tão bem executada). O filme trata alguns temas do islamismo de forma interessante (melhor coisa que fiz foi essa ideia de assistir um filme para cada país da Copa de 2022, bem interessante ver visões de mundo de outros países). As atuações dão para o gasto, mas são um ponto fraco. Achei Antonio Banderas uma decepção, ele parece querer a todo custo entregar dubiedade ao personagem dele e exagera, perde a mão. Falando em dubiedade, é algo que me agradou no filme.
Ambos os sultões estão certos e errados. Digo, fico do lado do Banderas tranquilamente, pessoal morrendo de fome e doença, pobreza no meio do deserto, tu acha petróleo e vai poder substituir o papel higiênico por nota de cem dólares, aí vai deixar de fazer isso¿ Problema mesmo foi que ele já foi usando os lucros e quebrou o tratado, devia ter ido com mais calma. E, bem, acho que tinha um elemento de ganância em seu personagem, mas era apenas uma de suas facetas. No fim, tem um clichê, mas um clichê muito bom, que funciona e eu gosto, que é o do personagem protagonista, que tem um pouco dos dois mundos rivais, e os concilia na conclusão. Para mim, o maior problema mesmo foi aquela parte no deserto, é longa e meio sem propósito (bem, o protagonista reúne exércitos nessa parte) e quase me fez esquecer o tema central do filme, deixa muito de lado a trama principal por um tempo muito longo.
Vi como o filme do Catar. E, bem, infelizmente acabou sendo o filme do Catar mesmo não sendo exatamente um filme feito só pelo Catar. Só existem dois filmes inteiramente cataris pelo que pesquisei, mas nenhum dos dois achei na internet ao longo desses quase quatro anos, desde a copa de 2022. Como a copa de 2026 já está aí, tive que ir nesse que, pelo menos, até onde sei, foi gravado inteiramente no Catar, mesmo sendo uma produção de vários países. Filme 31 de 32. Nota: 8.4.
O triste é saber que o petróleo (ouro negro) melhorou em parte a vida da península árabe, mas as mulheres tristemente continuam vivendo do mesmo modo retratado no filme e escondidas em suas burcas e com pouquíssimos direitos a não ser o de procriar.....filme arrastado passa de duas horas a maioria dos atores principais nem árabe é,... a atuação do ator que vive o príncipe é razoável, o filme tem uma boa fotografia do deserto (o Diretor tem essa qualidade em seus filmes) mas pra mim foi cansativo me pareceu uma produção/propaganda financiada por esses reinos (ditaduras) da península árabe cheios de petróleo e o enredo tem um excesso de religião, tudo se dá por causa dela, ou o uso da religião, eu não via a hora de terminar um pouco também por ter o canastrão Banderas no elenco uma espécie de Bem Afleck que fala espanhol kkkk
Um filme totalmente desconhecido (eu mesmo foi parar nele por puro acidente!) mas que é legal. O elenco não tem nada demais e a trama é simples mas o visual do deserto é bacana. Talvez não precisasse ser tão longo. Serve bem para passar o tempo (se você achá-lo)
É um épico maravilhoso! A atuação de Mark Strong me surpreendeu. Ficou melhor ainda quando li sobre a produção do filme, essencialmente artesanal. Infelizmente, é uma obra subestimada. É uma joia rara no meio de tantos clichês.
Não dava nada para esse filme, seja pelas notas ou pelo início dele, que parecia que ia entregar algo sem graça. Mas, passados os vinte minutos inciais ele começa a ficar interessante, e não é só pela ação ou pelos conflitos sangrentos que se desenvolvem (personagens morrem como moscas), mas também por entregar bons diálogos e uma boa trama geral. Aliás, por isso que costumo dizer que é sempre bom assistir o filme sabendo o mínimo possível, se eu já soubesse dos conflitos da sinopse talvez não fosse tão bom.
A produção é boa também, no início parecia que não ia ser, mas as locações são interessantes, os efeitos e as cenas de ação são bem filmadas (exceto, infelizmente, a última que, sinceramente, nem precisava existir, é curta e nem deu tanta emoção e não foi tão bem executada).
O filme trata alguns temas do islamismo de forma interessante (melhor coisa que fiz foi essa ideia de assistir um filme para cada país da Copa de 2022, bem interessante ver visões de mundo de outros países). As atuações dão para o gasto, mas são um ponto fraco. Achei Antonio Banderas uma decepção, ele parece querer a todo custo entregar dubiedade ao personagem dele e exagera, perde a mão.
Falando em dubiedade, é algo que me agradou no filme.
Ambos os sultões estão certos e errados. Digo, fico do lado do Banderas tranquilamente, pessoal morrendo de fome e doença, pobreza no meio do deserto, tu acha petróleo e vai poder substituir o papel higiênico por nota de cem dólares, aí vai deixar de fazer isso¿ Problema mesmo foi que ele já foi usando os lucros e quebrou o tratado, devia ter ido com mais calma. E, bem, acho que tinha um elemento de ganância em seu personagem, mas era apenas uma de suas facetas. No fim, tem um clichê, mas um clichê muito bom, que funciona e eu gosto, que é o do personagem protagonista, que tem um pouco dos dois mundos rivais, e os concilia na conclusão. Para mim, o maior problema mesmo foi aquela parte no deserto, é longa e meio sem propósito (bem, o protagonista reúne exércitos nessa parte) e quase me fez esquecer o tema central do filme, deixa muito de lado a trama principal por um tempo muito longo.
Vi como o filme do Catar. E, bem, infelizmente acabou sendo o filme do Catar mesmo não sendo exatamente um filme feito só pelo Catar. Só existem dois filmes inteiramente cataris pelo que pesquisei, mas nenhum dos dois achei na internet ao longo desses quase quatro anos, desde a copa de 2022. Como a copa de 2026 já está aí, tive que ir nesse que, pelo menos, até onde sei, foi gravado inteiramente no Catar, mesmo sendo uma produção de vários países.
Filme 31 de 32.
Nota: 8.4.
Assisti esse quando adolescente na tv a cabo, filme extremamente tedioso com uma história fraca.
O triste é saber que o petróleo (ouro negro) melhorou em parte a vida da península árabe, mas as mulheres tristemente continuam vivendo do mesmo modo retratado no filme e escondidas em suas burcas e com pouquíssimos direitos a não ser o de procriar.....filme arrastado passa de duas horas a maioria dos atores principais nem árabe é,... a atuação do ator que vive o príncipe é razoável, o filme tem uma boa fotografia do deserto (o Diretor tem essa qualidade em seus filmes) mas pra mim foi cansativo me pareceu uma produção/propaganda financiada por esses reinos (ditaduras) da península árabe cheios de petróleo e o enredo tem um excesso de religião, tudo se dá por causa dela, ou o uso da religião, eu não via a hora de terminar um pouco também por ter o canastrão Banderas no elenco uma espécie de Bem Afleck que fala espanhol kkkk
Um filme totalmente desconhecido (eu mesmo foi parar nele por puro acidente!) mas que é legal.
O elenco não tem nada demais e a trama é simples mas o visual do deserto é bacana.
Talvez não precisasse ser tão longo.
Serve bem para passar o tempo (se você achá-lo)
É um épico maravilhoso! A atuação de Mark Strong me surpreendeu. Ficou melhor ainda quando li sobre a produção do filme, essencialmente artesanal. Infelizmente, é uma obra subestimada. É uma joia rara no meio de tantos clichês.