A vida do sargento Brant (Jason Statham) não está fácil. O esquadrão em que trabalha está as moscas. Ele está sob julgamento por agredir um psicólogo policial; a esposa do inspetor chefe Roberts morreu em um acidente de carro, e ainda tem a insistente policial Falls, que tenta se encaixar na equipe. Quando tudo não poderia piorar, um serial killer, chamado pela mídia de Londres de "The Blitz", começa uma onda de sangue assassinando policiais que fazem batidas pela cidade.
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O FILME É BOM TOCA EM ASSUNTOS INTERESSANTES SOBRE
VÍCIOS MESMO ENTRE POLICIAIS E TAMBÉM O QUE A TRUCULÊNCIA POLICIAL PODE ACABAR GERANDO, E NESSE CASO FOI O SERIAL KILLER
UM FINAL MAIS ÉPICO
Prende a atenção mas o final achei bem nada haver. E o louco me parecia um pouco inspirado no Curinga do Batman.
Pluto Tv
O roteiro lembra, mas sem ter a mesma qualidade, a obra prima: Perseguidor Implacável (Dirty Harry) (1971), nos aspectos de ter um policial que tem dificuldade de seguir as leis e um serial killer que usa as leis a favor dele para cometer os crimes e sair impune, Jason Statham lidera bem o filme, Aidan Gillen esta ótimo como vilão, só não gostei do deus ex-machina,
depois de toda a ameaça que o personagem do Aidan Gillen representa, a trama dele ser só resolvida com a morte dele foi frustrante para mim,
Este filme é um bom entretenimento.
Blitz (2011) não tenta reinventar o thriller policial, mas abraça uma abordagem mais crua e direta, onde a violência é seca e o cinismo dita o tom. É um filme que aposta menos em investigação sofisticada e mais em confronto, criando uma atmosfera urbana pesada, quase suja, que sustenta sua identidade.
A trama acompanha um detetive impulsivo e pouco ortodoxo que passa a caçar um serial killer responsável por assassinar policiais. Enquanto a pressão aumenta dentro da própria corporação, a investigação se torna uma corrida contra o tempo, marcada por tensão crescente e métodos questionáveis.
O conflito central gira em torno de justiça e moralidade, explorando até que ponto a violência pode ser justificada quando direcionada ao “lado certo”. O roteiro trabalha essa dualidade de forma interessante, mas sem se aprofundar totalmente, optando por um caminho mais direto e funcional.
O protagonista é construído como uma figura bruta e eficiente, carregando carisma através da presença física e atitude, mas com pouca complexidade emocional. O antagonista, por outro lado, tem uma presença mais instigante, trazendo um jogo psicológico que, embora interessante, poderia ter sido mais explorado.
Tecnicamente, o filme aposta em uma direção simples, com fotografia escura e ambientação urbana que reforça o clima opressor. As cenas de ação são rápidas e objetivas, sem grande estilização, enquanto o ritmo mantém o interesse mesmo sem grandes momentos de destaque.
No fim, Blitz é um thriller competente, mas limitado pela falta de aprofundamento. Funciona como entretenimento direto e sem rodeios, mas deixa a sensação de que poderia ter sido mais marcante com um pouco mais de ambição.
Nota: 8,2