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O livre-pensador Johnny Case fica noivo de Julia Seton, a filha dom milionário Ned Seton. Johnny entra em choque com Julia e seu pai quando expõe uma forma livre de viver e prega não trabalhar sempre para ganhar mais dinheiro, mas só é compreendido pela irmã da sua noiva, Linda, que é considerada a ovelha negra da família.
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Tenho perpetrado na filmografia do George Cukor e tenho redescobertos pérolas do cinema americano em sua época de ouro, contanto, alguns títulos não me agradaram muito, como o caso de Núpcias de um Escândalo e este título, Boêmio Encantador vivido também por Cary Grant e Katharine Hepburn. Os dois possuem muita química, mas acontece que os diálogos são maçantes ficando nalgumas vezes verborrágicos e as situações cômicas dão um certo alívio. Tem seus bons momentos, mas para mim não é o melhor do Cukor.
Comédia romântica em preto e branco da Columbia Pictures indicada ao Oscar de melhor direção de arte. O filme foi adaptado por Donald Ogden Stewart (1894-1980) e Sidney Buchman (1902-1975) da peça homônima de 1928 de Philip Barry (1896-1949). Este filme é uma refilmagem de Holiday (30).
Cary Grant (1904-1986) realizou suas próprias acrobacias. Antes de se tornar ator, fez parte de uma trupe acrobática de vaudeville. Edward Everett Horton (1886-1970) repetiu o papel de Nick Potter, que também interpretou na versão anterior do filme Holiday (30). O 3° de 4 filmes que juntaram Cary Grant e Katharine Hepburn (1907-2003). Os outros 3 foram: Vivendo em dúvida (35), Levada da breca (38) e Núpcias de escândalo (40). Último longa-metragem de Jean Dixon (1893-1981) e Marion Ballou (1870-1939).
Esta comédia de costumes sugere que a felicidade pode ser encontrada na liberdade, longe da riqueza perniciosa da alta sociedade - mas é também um pouco ingénua, reduzindo a complexidade dos seus temas a questões de certo e errado, ao mesmo tempo que termina com uma resolução fácil e previsível. Há, também, um toque de melancolia que aprofunda ainda mais as conexões emocionais.
Cukor já realizava clássicos antes mesmo de seus grandes clássicos e como sabia fazer comédia com facilidade.Nada sem exageros e tudo sendo perfeitamente bem encaixado.A dupla principal já era bem experiente no assunto e realizam outro belíssimo par romântico.
>Assistido em 13 de Maio de 2023
Um filme encantador. Questiona até que ponto o homem deve se curvar tão somente ao dinheiro, em detrimento de viver a vida. Clássico da década de ouro do cinema mundial. Elenco poderoso com duas das maiores lendas da história do cinema, Cary Grant e Katharine Hepburn em atuações maravilhosas, digna de Óscar. Roteiro magnifico e diálogos incríveis.
Uma comédia um tanto quadrada e burocrática sobre a questão do amor x dinheiro que se apoia essencialmente no carisma da dupla de protagonistas (Hepburn e Grant) . Além disto, apenas aquela velha máxima chatérrima e infactível de que no fim o amor sempre vence.