Preminger sempre muito elegante em suas direções.Romance extremamente tocante,mas sobra muitas outras coisas durante a jornada.Deborah dispensa comentários.
A história é meio boba e os personagens superficiais, mas ao mesmo tempo o filme se deixa acompanhar com certo interesse, e as atuações centrais só acrescentam, em especial Deborah Kerr e Jean Seberg. E ainda tem a bela Mylene Demongeot, que faz a divertida Elsa. As belas locações também são um atrativo à parte. As pessoas passam em nossas vidas, mas as lembranças ficam...
[/spoiler] Como não conhecia a história, fui pego de surpresa com a morte da Anne, ainda mais por ser uma personagem principal. Ela não merecia o trágico destino que teve. [spoiler]
Não era o que eu esperava... Apesar de estar curtindo muito o filme (sobretudo no que diz respeito à magnífica protagonização da linda Jean Seberg), estava estranhando o sobejo de risadas, o contexto de pequeno-burguesia embriagada em férias contínuas pela Riviera Francesa... Estava adorando os truques de 'mise-en-scène' (as aparições trocadas das irmãs-criadas, que bebem champanha sem hesitação, por exemplo), mas esperava mais do título... Até que ele fez pleno sentido, de repente. E não teve mais volta. No desfecho, o próprio suicídio da Jean Seberg parece antecipado pelo muro de culpa e tristeza a que ela se refere. Incrível! E quando o Geoffrey Thorne estava em cena, uau, quanto tesão! Deborah Kerr é uma deusa. E Otto Preminger é um profeta: amei os jogos com a fotografia! (WPC>)
Preminger sempre muito elegante em suas direções.Romance extremamente tocante,mas sobra muitas outras coisas durante a jornada.Deborah dispensa comentários.
>Assistido em 24 de Junho de 2025
Todo cineasta tem sua 'bomba'...esse é a do grande Otto.
A história é meio boba e os personagens superficiais, mas ao mesmo tempo o filme se deixa acompanhar com certo interesse, e as atuações centrais só acrescentam, em especial Deborah Kerr e Jean Seberg. E ainda tem a bela Mylene Demongeot, que faz a divertida Elsa. As belas locações também são um atrativo à parte.
As pessoas passam em nossas vidas, mas as lembranças ficam...
[/spoiler]
Como não conhecia a história, fui pego de surpresa com a morte da Anne, ainda mais por ser uma personagem principal. Ela não merecia o trágico destino que teve.
[spoiler]
Não era o que eu esperava... Apesar de estar curtindo muito o filme (sobretudo no que diz respeito à magnífica protagonização da linda Jean Seberg), estava estranhando o sobejo de risadas, o contexto de pequeno-burguesia embriagada em férias contínuas pela Riviera Francesa... Estava adorando os truques de 'mise-en-scène' (as aparições trocadas das irmãs-criadas, que bebem champanha sem hesitação, por exemplo), mas esperava mais do título... Até que ele fez pleno sentido, de repente. E não teve mais volta. No desfecho, o próprio suicídio da Jean Seberg parece antecipado pelo muro de culpa e tristeza a que ela se refere. Incrível! E quando o Geoffrey Thorne estava em cena, uau, quanto tesão! Deborah Kerr é uma deusa. E Otto Preminger é um profeta: amei os jogos com a fotografia! (WPC>)
o pai dela é o donald trump