Brasileiras e Brasileiros

1990

Brasileiras e Brasileiros

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salvando

Na periferia paulistana, Ângelo( Fulvio Stefanini) está pensando em voltar a praticar a luta-livre. Então, ele resolve promover um ringue de luta-livre feminina ao lado de Totó (Edson Celulari), chamado Duras na Queda. É aí que entram em cena Teresa de Ogum (Isadora Ribeiro), Alma (Alexandra Marzo) e Arlete (Márcia Dornelles), sempre cercadas pela Limovi - Liga pela Moral e pela Virtude, liderada pelo moralista Coriolano (Laerte Morrone).

Não deu certo a proposta de produzir uma novela centrada na camada pobre da sociedade; foi um desastre para o horário da novela, alterado várias vezes e para o próprio SBT, que viu seus anunciantes desaparecerem diante de um argumento miserável. Para tentar agradar ao público, os pobres representados por Edson Celulari e Carla Camurati deram lugar a uma trama centralizada entre milionários, com Rubens de Falco e Lucélia Santos à frente de um drama familiar. Mas a tentativa foi em vão.

Celebridades não faltaram em sua divulgação, como o diretor Walter Avancini e um time de primeira que participou dos primeiros capítulos: Juca de Oliveira, Irene Ravache, Maria Della Costa, Paulo Autran, Fábio Júnior e Ângela Maria.

A recuperação da audiência foi muito curiosa: "Brasileiras e Brasileiros" dava, em média, menos de 3 pontos. Mas, num golpe de mestre, Silvio Santos estreou a telenovela mexicana "Carrossel", que foi um grande sucesso na época, quintuplicando a audiência no horário, entre 15 e 20 pontos.

O título da novela era uma referência ao bordão do ex-presidente da República José Sarney, que sempre começava seus discursos assim: "Brasileiras e brasileiros…"

Estreia Brasil:
5 de Novembro de 1990
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