Tem situações na vida real, que nosso sistema cria, independente de País, que a revolta interna cresce ao ponto de desejar fazer o que esse cara fez, são injustiças e absurdos jurídicos, que anseiam por um grito de ódio, que nao se paga com promessas vazias ou com democraticas falácias...
E isso aqui no filme fica evidente, a empatia com seu protagonista e imediata, só quem é pet do sistema, ou gente inerte para vida, nao consegue entender, e assistir o sistema funcionando, como as pessoas nao ligam, só querem se livrar, mídia, puxar para si a importância do fato,e preferir matar do que entender...por mais difícil que no momento seja, a solução muitas vezes nao é bonita independente da causa..
Não achei o filme forçado, e nem dramalhão, é uma historia contada real, em cima de uma visão mais dramática, sim, é, afinal e cinema e nao vida real, e Boyega transmite esse sentimento, toca veio, da vontade de se unir a ele...
Ainda que seja baseado em fatos reais, a produção conseguiu tornar um filme com rico potencial para ser tenso num dramalhão com direito a choro, câmera lenta e personagens lerdos. O que deu aqui para tomarem essa decisão? Realmente o que salva é o olhar de medo e de preocupação dos atores principais, que seguram a bomba mais do que o personagem principal, e convencem nos sentimentos na medida do possível. A comparação com "um dia de cão" do Al Pacino é inevitável, e um clássico não é chamado assim à toa, à medida que após quase 50 anos, ainda é possível sentir nos poros toda a sensação de perigo iminente que aqui, em "Breaking", apenas arranhou. Contando com algumas falas que são pura vergonha alheia, provocando até mesmo o risinho tímido e involuntário em determinadas situações, ao menos o filme não se estende e não tenta recriar a história. Talvez, por fazer parte de um imaginário coletivo de uma América que ainda sangra por corpos como George Floyd, faça mais sentido assisti-lo em terras do Tio Sam. Por aqui, tornou-se uma experiência curiosa, apenas.
Tem situações na vida real, que nosso sistema cria, independente de País, que a revolta interna cresce ao ponto de desejar fazer o que esse cara fez, são injustiças e absurdos jurídicos, que anseiam por um grito de ódio, que nao se paga com promessas vazias ou com democraticas falácias...
E isso aqui no filme fica evidente, a empatia com seu protagonista e imediata, só quem é pet do sistema, ou gente inerte para vida, nao consegue entender, e assistir o sistema funcionando, como as pessoas nao ligam, só querem se livrar, mídia, puxar para si a importância do fato,e preferir matar do que entender...por mais difícil que no momento seja, a solução muitas vezes nao é bonita independente da causa..
Não achei o filme forçado, e nem dramalhão, é uma historia contada real, em cima de uma visão mais dramática, sim, é, afinal e cinema e nao vida real, e Boyega transmite esse sentimento, toca veio, da vontade de se unir a ele...
Toda a ação parece forçada e não convence...
Ainda que seja baseado em fatos reais, a produção conseguiu tornar um filme com rico potencial para ser tenso num dramalhão com direito a choro, câmera lenta e personagens lerdos. O que deu aqui para tomarem essa decisão?
Realmente o que salva é o olhar de medo e de preocupação dos atores principais, que seguram a bomba mais do que o personagem principal, e convencem nos sentimentos na medida do possível.
A comparação com "um dia de cão" do Al Pacino é inevitável, e um clássico não é chamado assim à toa, à medida que após quase 50 anos, ainda é possível sentir nos poros toda a sensação de perigo iminente que aqui, em "Breaking", apenas arranhou.
Contando com algumas falas que são pura vergonha alheia, provocando até mesmo o risinho tímido e involuntário em determinadas situações, ao menos o filme não se estende e não tenta recriar a história. Talvez, por fazer parte de um imaginário coletivo de uma América que ainda sangra por corpos como George Floyd, faça mais sentido assisti-lo em terras do Tio Sam. Por aqui, tornou-se uma experiência curiosa, apenas.
31/07/2023
Assistivel
História muito triste e revoltante! Gostei do filme