Um Executivo (Mario Brasini) herda um garimpo de ouro na selva e vai conhecê-lo acompanhado da esposa (Maria Dilnah). Só é possível chegar lá de avião bimotor e, nessa época do ano, uma bruma seca encobre a selva, tornando a viagem perigosa.
O filme é mais ou menos, mas tinha um potencial para ser muito melhor. O mais interessante é ver o personagem de Brasini ser a contraparte do telespectador e dos outros personagens, mas até isso foi mal utilizado. João Querido é uma espécie de herói na região, mas a paixão que rola entre ele e a personagem de Maria Dilnah, além de extremamente desnecessário para a trama, ficou muito forçado. É um filme bem mediano, não chega a ser bom, mas também não chega a ser ruim. Outro filme brasileiro com má qualidade de conservação, é preciso fazer algo rápido para assegurarmos nossa arte para futuros telespectadores.
Essa produção nacional tinha tudo para ser uma pérola do nosso cinema, pois a trama chama a atenção e poderia criar várias situações de tensão. Pena que esse longa se estica demais em momentos desnecessários e deixa toda a ação para o ato final, esse sim que vale a pena! Vale por se tratar de uma produção diferente do que estamos acostumados a fazer!
O filme é mais ou menos, mas tinha um potencial para ser muito melhor. O mais interessante é ver o personagem de Brasini ser a contraparte do telespectador e dos outros personagens, mas até isso foi mal utilizado. João Querido é uma espécie de herói na região, mas a paixão que rola entre ele e a personagem de Maria Dilnah, além de extremamente desnecessário para a trama, ficou muito forçado. É um filme bem mediano, não chega a ser bom, mas também não chega a ser ruim. Outro filme brasileiro com má qualidade de conservação, é preciso fazer algo rápido para assegurarmos nossa arte para futuros telespectadores.
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Essa produção nacional tinha tudo para ser uma pérola do nosso cinema, pois a trama chama a atenção e poderia criar várias situações de tensão.
Pena que esse longa se estica demais em momentos desnecessários e deixa toda a ação para o ato final, esse sim que vale a pena!
Vale por se tratar de uma produção diferente do que estamos acostumados a fazer!