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Data de lançamento
25 Fev. 2011Duração
Pouco antes de fazer 18 anos, Bruna Surfistinha fugiu de casa para se tornar uma garota de programa. Passou 3 anos recebendo em sua cama homens (e mulheres) diferentes e satisfazendo fantasias muitas vezes inconfessáveis. Parte das experiências sexuais e pessoais ela dividiu com os leitores de seu blog. O diário se tornou conhecido e rendeu fama repentina à sua autora.
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“Quando eu sair dessa vida, eu vou sair como eu entrei: sabendo que foi uma escolha que eu fiz”
Ah, eu chorei muito com essa fala e com “Fake Platistic Trees”, tocando ao fundo.
Este filme me atingiu de uma forma bem diferente…
Minha avaliação decorre simplesmente dos sentimentos que foram despertos durante e, sobretudo, ao final do filme, não em critérios técnicos.
Eu senti a selvageria que a vida é. Imaginar-me em uma dessas cidades grandes que engolem a gente (Rio, São Paulo, Belo Horizonte) sem ter para onde ir, sem saber o que será da vida dali para frente e se sujeitar a todo tipo de sorte (e má sorte também) foi indigesto para mim.
Sim, foi uma escolha dela, mas as decisões tomadas por nós nem sempre são claras o bastante para entendermos os nossos próprios motivos. Julgar é a solução mais fácil, mas compreender (ao menos tentar entender) as razões dos outros não tem muita finalidade na vida das pessoas.
Acredito que estava em uma situação de vulnerabilidade, pois foi um filme que despertou uma angústia muito grande em meu peito.
- pela fama do filme eu esperava bem mais, é muito fraco
- segue a cartilha das cinebiografias, pessoa começa do nada, fica famosa, caiu e se reergue
- ela com 30 anos querendo se passar por menor de idade é forçado hein
21/04/26
Tecnicamente o filme fraco, preguiçoso, não tem uma trilha interessante, o roteiro não é explica detalhes. A fotografia não é cativante.
Mas filme mostra a acessão ao underground e dos falsos amigos. Sobre vícios, etc.
Mas geral , vale a pena ser visto.
Bom filme para você !!!!
Todos esses anos e hoje assisti por acaso. Filme cru e direto ao ponto… sem pudor. Achei bom, não santifica e também não condena os caminhos quee Raquel escolheu. Me lembrou “Homem com H” na sua essência.